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Após fusão da DPZ, Publicis vê Brasil como 5° mercado do grupo em 4 anos

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Maurice Lévy, presidente-executivo do Publicis Groupe, que esteve em São Paulo nesta quarta-feira (20) para anunciar a fusão da agência DPZ com a Taterka, afirma que o Brasil deve entrar para o "top 5" da multinacional francesa nos próximos 3 ou 4 anos.
"Queremos que o Brasil seja um dos nossos cinco grande mercados. O país é hoje a oitava operação do Publicis Groupe. Acreditamos que há potencial para isso e que esse mercado pode gerar esse tipo de crescimento", disse Lévy.
O executivo afirma que durante a trajetória da empresa no Brasil já houve períodos em que puderam experimentar crescimentos de dois dígitos ou avanços menores em outras situações. Ele diz reconhecer as dificuldades pelas quais a economia brasileira passa hoje e esperar que sua empresa consiga registrar desempenho acima do mercado.
Embora o país passe por tempos difíceis, segundo ele, o negócio que acaba de unir as duas agências sob o nome DPZ&T "não visa alcançar sinergias de custos e, sim, sinergias de crescimento".
A estimativa, de acordo com Lévy, é que em meados do ano que vem o grupo volte a alcançar crescimentos de dois dígitos no país.
A DPZ e a Taterka estavam, respectivamente, na 21ª e a 29ª colocação entre as maiores agência do país, de acordo com o ranking elaborado pelo Ibope Media, com base no faturamento bruto (sem tirar os descontos concedidos pelos veículos).
A nova empresa nasce como a 13ª maior agência do país, considerando o volume de faturamento das duas no ano passado.
DPZ e Taterka fazem parte da rede Publicis Worldwide Brasil (PWW), que inclui ainda Salles Chemistri, Publicis Brasil, AG2 Nurun e Talent.
Além da PWW, no Brasil, o grupo francês, terceiro maior conglomerado de comunicações do mundo, é dono das agências Neogama/BBH, Leo Burnett Tailor Made e F/Nazca Saachi & Saatchi.




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