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Prefeito do Rio diz que Queiroz Galvão 'vai se arrepender' se obra atrasar

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O prefeito do Rio, Eduardo Paes, afirmou, na manhã deste sábado (11), que a construtora Queiroz Galvão "vai se arrepender", se houver atraso nas obras do parque esportivo em Deodoro.
O comentário foi feito como resposta à pergunta sobre se o impasse tornado público na semana passada, entre a Prefeitura do Rio e a empresa, a respeito do pagamento de parte da obra, havia causado algum problema ao cronograma.
A Queiroz Galvão constrói o empreendimento, no qual ocorrerão onze competições olímpicas e quatro paralímpicas, em 2016.
Há uma semana, alegando atraso no pagamento de R$ 80 milhões, desde janeiro, por parte da prefeitura, a empreiteira havia colocado 500 funcionários em aviso prévio e dispensou outros 500 que estavam em período de experiência.
"Ai da Queiroz Galvão se atrasar um dia. Vai se arrepender de ter entrado na obra", disse Paes, enquanto caminhava pelo condomínio Vila Pan-americana, na zona Oeste do Rio.
Procurada, a Queiroz Galvão não quis comentar o caso.
Nesta sexta-feira, a Queiroz Galvão suspendeu o aviso prévio dos 500 funcionários. De acordo com um áudio gravado no canteiro de obras, um gerente da empresa afirmava aos funcionários que a medida foi possível graças a um "acordo" com a prefeitura, para pagamento da dívida. Parte seria paga em abril e parte em maio. O acordo seria oficializado na próxima semana.
Consultada, a prefeitura alega que os pagamentos já foram feitos e que não há atrasos.
Na época em que a empreiteira pôs os funcionários em aviso prévio, Paes havia afirmado que a medida era uma "farsa" para acelerar pagamentos.
CONDOMÍNIO RECEBE CONTENÇÃO
Paes visitou a Vila Pan-americana depois de a prefeitura ter decidido liberar R$ 62 milhões para fazer obras de estabilização do solo do condomínio, que abriga 17 edifícios. As unidades foram construídas entre 2005 e 2007 para abrigar os atletas que participaram dos jogos Pan-americanos do Rio, em 2007.
Antes mesmo da entrega aos proprietários, o terreno começou a ceder, causando rachaduras nas vias públicas. A obra aguardava recursos federais, mas, diante do atraso no repasse, a prefeitura decidiu iniciá-la antes.

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