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​Executivo apucaranense está entre cotados para assumir presidência da Petrobras

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Antônio Maciel Neto já foi presidente da Ford do Brasil e é um dos cotados para assumir a presidência da Petrobras - Foto: exame.abril.com.br
Antônio Maciel Neto já foi presidente da Ford do Brasil e é um dos cotados para assumir a presidência da Petrobras - Foto: exame.abril.com.br

O mercado financeiro aponta sete executivos como possíveis substitutos de Graça Foster na presidência da Petrobras, informou ontem (4) o jornal O Globo. O nome mais cotado para assumir o comando da estatal é Rodolfo Landim (o mais cotado, conforme analistas econômicos e políticos), ex-diretor da companhia e ex-presidente da OGX. Além dele, também estão no páreo, de acordo com o jornal, Henrique Meirelles, Roger Agnelli, Luciano Coutinho, Antonio Maciel Neto (de Apucarana e ex-presidente da Ford do Brasil), Alexandre Tombini e Nildemar Secches. O TNONLINE tentou contato telefônico hoje (5) com Antonio Maciel Neto, mas o aparelho estava na caixa postal.

Cenário – Graça Foster e cinco diretores da Petrobras renunciaram ao cargo nesta quarta-feira, segundo ofício ao mercado divulgado mais cedo pela estatal. Novos executivos serão eleitos em reunião do Conselho de Administração que será realizada na sexta-feira. A saída de Graça Foster acontece em meio às investigações de um escândalo bilionário de corrupção e às dificuldades da companhia para quantificar seus prejuízos com fraudes em contratos de obras durante anos.

O sucessor de Graça Foster na Presidência da Petrobras irá encontrar uma empresa desacreditada, altamente endividada, com dificuldades de caixa para financiar os seus novos projetos e no centro do “maior caso de corrupção da história do Brasil", conforme definiu o procurador do Tribunal de Contas da União (TCU), Julio Marcelo de Oliveira.

DESAFIOS - Entre os principais desafios do novo presidente – ou nova presidente – estão formar um novo time de executivos de primeiro escalão; implementar um novo modelo de gestão com mais autonomia e transparência; revisar o plano de investimentos e desinvestimentos (venda de ativos) da empresa; e dimensionar o rombo provocado pela corrupção bem como eventuais perdas que a companhia pode sofrer no futuro em decorrência das investigações da operação Lava jato e das ações movidas por acionistas nos Estados Unidos, que acusam a empresa de ter divulgado informações enganosas e de ter superfaturado o valor de suas propriedades.


Com informações dos sites veja.abril.com.br e g1.globo.com

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