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Consórcio pede na Justiça retomada de contrato em obra da Petrobras

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SAMANTHA LIMA
RIO DE JANEIRO, RJ - O consórcio composto pela chinesa Sinopec e a brasileira Galvão Engenharia entrou na Justiça, no fim da semana passada, para reativar um contrato rescindido em dezembro pela Petrobras. O contrato previa a construção de uma unidade de fertilizantes em Três Lagoas (MS), conhecida como UFN3.
A obra teve o valor inicial orçado em R$ 3,1 bilhões. Cerca de R$ 1 bilhão em aditivos, por mudanças no projeto, estão em discussão entre as partes. A alegação da Petrobras para a rescisão é "inadimplemento contratual por parte do consórcio".
A ação foi apresentada na 45ª Vara Cível, na Justiça do Rio.
A Galvão Engenharia é uma das 23 empreiteiras que foram tiradas do cadastro de fornecedores da Petrobras, por supostamente ter participado de esquema de corrupção levado revelado pelas investigações da Operação Lava Jato.
Quatro executivos da empreiteira, inclusive o presidente, Dario de Queiroz Galvão Filho, tornaram-se réus em dezembro em uma das ações penais decorrentes da investigação, e vão responder por lavagem de dinheiro e corrupção.
Segundo a Petrobras, o projeto está 82% concluído, e o cronograma para conclusão da unidade está sendo refeito.
Procurada, a Galvão Engenharia, "na condição de integrante do consórcio UFN3", confirmou, por nota, que "já existe ação em juízo proposta pelo consórcio ter reconhecidos os seus direitos, com a manutenção do contrato". O caso corre em sigilo.
A Petrobras informou que ainda não foi citada na ação para se manifestar, "mas que apresentará todas as informações e defesas cabíveis no processo para garantia de seus direitos e interesses".

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