Economia

Vendas do Carrefour crescem 1,6% no 2º tri com destaque para Brasil

Da Redação ·
 Vendas do Carrefour crescem 1,6% no 2º tri com destaque para Brasil
fonte: Arquivo
Vendas do Carrefour crescem 1,6% no 2º tri com destaque para Brasil

As vendas globais do grupo varejista francês Carrefour somaram 22,4 bilhões de euros no segundo trimestre do ano, o que representa um crescimento de 1,6% em relação ao mesmo período do ano passado, divulgou nesta quarta-feira (13) o grupo francês. Considerando apenas os estabelecimentos em operação há no mínimo um ano, no entanto, houve queda de 0,2% nas vendas.

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O destaque ficou por conta do desempenho do grupo nos mercados emergentes, que continuam apresentando forte crescimento. Na América Latina, as vendas saltaram 11%, lideradas pelo Brasil, onde houve incremento de 10,2%, diz comunicado da empresa.

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O grupo francês divulgou sua prévia operacional nesta quarta-feira, após a suspensão das negociações da fusão do Carrefour Brasil com o Pão de Açúcar. Na terça-feira (12), o Casino, sócio no negócio de Abilio Diniz, recusou rejeitou a proposta e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) decidiu retirar o apoio financeiro à transação. O Brasil é atualmente o segundo maior mercado do Carrefour.


Lucro operacional


A companhia espera encerrar o primeiro semestre com lucro operacional de 760 milhões de euros, resultado 23% inferior em relação ao acumulado nos primeiros seis meses do ano passado, que foi de 989 milhões de euros.

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A queda é atribuída em grande parte ao fraco desempenho do grupo varejista no mercado francês. "A expectativa é que o lucro operacional nos mercados emergentes registre um crescimento sólido", afirma o grupo.


Num ritmo mais lento desde meados de maio, as vendas do Carrefour na França recuaram 1% no segundo trimestre, diz o relatório.


Em linha com os primeiros três meses do ano, na parte ocidental da Europa, houve queda nas vendas de 2,1% entre abril e junho. Apesar da melhora no caso da Bélgica, as vendas nas lojas na Espanha e na Itália continuam a pressionar o resultado da região.