Economia

Preços ficam maiores na maior parte do país

Da Redação ·
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Os preços dos produtos e serviços ficaram menos pesados no bolso do consumidor que mora em Porto Alegre. A cidade foi a única das sete capitais pesquisadas pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) onde houve desaceleração da inflação na terceira medição do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal).

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A pesquisa divulgada nesta terça-feira (25) mostrou que o IPC-S passou de 1,10%, na pesquisa divulgada na semana passada, para 0,93%. Nas outras seis capitais (Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Recife e Rio de Janeiro), os preços ficaram maiores entre uma semana e outra.

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Na média das sete cidades, o IPC-S ficou em 1,18% - acima do número de 1,06% registrado na medição anterior. Os reajustes de matrículas escolares e de tarifa de ônibus continuam a pesar mais no bolso do consumidor.

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Na capital gaúcha, os preços recuaram devido ao reajuste menor nos custos de alimentação e vestuário. As roupas tiveram queda de preço na cidade.

A desaceleração do IPC-S só não foi maior por causa dos fortes aumentos dos serviços de educação, com destaque para o encarecimento de mensalidades de escolas de ensino fundamental, médio e superior.

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Em São Paulo, somente o vestuário ficou mais barato na semana. Todas as outras classes de despesa aumentaram: transportes; educação, leitura e recreação; despesas diversas; saúde e cuidados pessoais; habitação; e alimentação.

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A FGV diz que os vilões do aumento foram a tarifa de ônibus urbano, os cursos formais, o cartório, os artigos de higiene e cuidado pessoal, o condomínio residencial e as hortaliças e legumes.

Em Salvador, os preços passaram de 1,18%, na medição divulgada na semana passada, para 1,34%; em Brasília, foi de 0,82% para 0,96%; em Belo Horizonte, de 0,91% para 1,03%; no Recife, de 0,87% para 0,99%; e no Rio de Janeiro, de 1,36% para 1,43%.

A próxima divulgação dos resultados do IPC-S será no dia 1º de feveireiro. Os dados regionais sairão no dia 2.