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Reduzir dívida de R$ 21 bi será prioridade, diz Suzano

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma redução rápida da desalavancagem -ou seja, a reduzição da dívida- será prioridade nos primeiros anos da nova empresa que será formada a partir da fusão entre Suzano e Fibria, afirmou o presidente da Suzano, Walter Schalka.

A dívida líquida das duas companhias soma cerca de R$ 21,8 bilhões, segundo o balanço de 2017 das empresas.

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Após a conclusão da fusão, a companhia terá alavancagem (dívida líquida divida pela geração de caixa) de 3,5 vezes. A meta é que chegue a 3 vezes -o que deve ocorrer em dois ou três anos, segundo projeção de Schalka.

O ritmo desse processo, porém, dependerá do preço da celulose no mercado.

Até lá, a companhia não deverá fazer grandes investimentos para expandir sua operação. "Quando [a alavancagem] chegar [à meta], vamos voltar a discutir novos investimentos."

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Há também uma expectativa de que a fusão gere sinergias (redução de custos) de R$ 8 bilhões a R$ 10 bilhões, em uma projeção considerada conservadora. Essas sinergias deverão ocorrer no manejo das florestas, em logística (como em rotas marítimas internacionais) e suprimentos, entre outras.

CONCORRÊNCIA

A formação de uma gigante da celulose formada pela aquisição da Fibria pela Suzano não deverá sofrer restrições por órgãos antitruste, afirmou o presidente.

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"Não entendemos que seja necessário nenhum desinvestimento de ativos. Estamos discutindo sobre um mercado de commodities. Tem muitos players no mundo que fabricam em condições adequadas", afirmou.

Além do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), a empresa terá que consultar órgãos antitruste em locais como China, Estados Unidos e Europa. "Mas não acredito que haverá problemas."

Ainda não há uma estimativa certa para a finalização da operação. Tampouco se decidiu sobre o futuro nome da nova companhia.

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Em uma primeira etapa, que deverá durar cerca de quatro meses, a empresa deverá tirar seus registros na SEC (órgão equivalente à CVM nos Estados Unidos), mas não há projeção sobre o prazo para a análise dos órgãos reguladores.

Segundo Schalka, a política de preços para os clientes não será afetada pela operação. "Somos sujeitos a uma situação de oferta e demanda do mundo. Quando sobe a oferta, cai o preço, essa dinâmica vai continuar."

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