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BNDES quer ser ponte entre investidores privados e empresas sustentáveis 

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TATIANA VAZ

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) em cooperação com o Ministério do Meio Ambiente, está em busca de fundos de investimentos interessados em negócios que sejam sustentáveis do ponto de vista social, ambiental e econômico. 

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A ideia é ajudar no fomento de empresas que possam gerar mais trabalho e renda na Amazônia, a fim delas ganharem escala em produção e independência financeira a longo prazo. 

Uma das iniciativas neste sentido acontece nesta sexta (16), na capital paulista, com um fórum promovido para atrair 200 representantes de fundos, empresas privadas e empreendedores do setor. 

No evento, o banco pretende tirar dúvidas sobre como as companhias podem ter acesso ao Fundo Amazônia, que concede recursos não reembolsáveis, e como investidores privados podem investir de forma direta nos negócios. 

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"Queremos ser a ponte entre empresas bem estruturadas da região, com investidores de impacto e possíveis empreendedores do setor para discutir como viabilizar novos investimentos", diz Marilene Ramos, diretora de infraestrutura e gestão socioambiental do BNDES. 

Atualmente, metade dos R$ 3,2 bilhões do Fundo Amazônia está aportada em 96 projetos, a maioria deles voltados a atividades de produção que preservam a biodiversidade amazônica, como a pesca de pirarucu e a extração de sementes para a fabricação de cosméticos. 

O próprio fundo tem ainda disponível R$ 1,6 bilhão para financiar outros negócios que contribuam para a prevenção e combate ao desmatamento e tenham alto potencial econômico. 

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Criado há dez anos, o principal mantenedor da linha de crédito é o governo da Noruega, com apoio também da Alemanha, sob a condição do Brasil preservar a floresta amazônica.

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