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Tudo será conectado e inteligente, diz brasileiro que preside a Qualcomm 

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NELSON DE SÁ

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O brasileiro Cristiano Amon, novo presidente da americana Qualcomm, desenhou no Fórum Econômico Mundial para a América Latina um futuro em que "tudo será conectado e inteligente", fornecendo dados para planejar melhor, por exemplo, as grandes cidades.

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Ele participou da mesa "Equipando a Cidade Inteligente do Amanhã", que contrapôs visões divergentes sobre o papel da tecnologia para projetar o futuro de áreas urbanas, sobretudo as mais pobres.

Amon, para exemplificar o que imagina sobre o tema, destacou um programa pelo qual é "particularmente apaixonado e que pode ser aplicado em áreas menos privilegiadas", como favelas.

Descreveu que a troca de lâmpadas incandescentes por led, na iluminação de rua, pode ser o primeiro passo para outras, com o acréscimo posterior no mesmo poste de "smart lights", depois câmeras, que fornecem "segurança 24 horas", depois acesso sem fio à internet, tanto privado como público.

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"Começa por uma coisa simples, a troca de lâmpadas, para economizar, então você conecta outras e abre um círculo virtuoso" que inclui por fim a coleta de dados, a serem usados para enfrentar os problemas locais.

Também na mesa, o americano Jonathan Hursh, fundador da organização Utopia, voltada ao estudo de favelas, foi por outra linha. "Minha preocupação é que nós ainda vemos as cidades como máquinas", afirmou.

"O século passado foi um século fantástico do pensamento linear, do engenheiro, e nós nos beneficiamos imensamente disso. Mas este século é sobre como conectar os pontos, como pensar lateralmente", argumentou.

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Hursh questiona a ideia de que as favelas estão destruindo as "nossas cidades". Pelo contrário, "elas estão criando algo novo, e repensá-las pode trazer uma vida urbana mais sustentável e de escala humana, em que você pode caminhar".

Diferente da grande cidade "calcificada, difícil de mudar", as favelas "se adaptam facilmente" e, na sua visão, "vão mostrar o caminho para a vida urbana que todos estamos buscando".

Neste sentido, perguntou: "Como inventar uma tecnologia para esse organismo emergente?".

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Também participaram da mesa Bibop Gresta, cofundador e presidente da Hyperloop Transportation Technologies, Maria Soledad Nuñez Mendez, ministra de Habitação e Habitat do Paraguai, e o secretário municipal de Inovação e Tecnologia de São Paulo, Daniel Annenberg.

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