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Corrupção é tema central na América Latina, afirma presidente do BID

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Para o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o colombiano Luis Alberto Moreno, o combate à corrupção se transformou no tema central para a região.

"Na América Latina de hoje, não existe questão mais importante do que recuperar a confiança e o que isso significa em termos de transparência e anticorrupção", afirmou, em mesa no Fórum Econômico Mundial, em São Paulo.

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"É claro que neste país você vê toda a questão da Lava Jato", prosseguiu, "mas a realidade é que em qualquer lugar que você vá, por toda a América Latina, 62% da população acredita que o quadro da corrupção piorou".

Corrupção será "um grande assunto" em eventos como a Cúpula das Américas e o encontro do G20, adiantou Moreno.

Ele discutiu como ferramentas e processos tecnológicos podem ajudar a enfrentar o problema com, entre outros, a argentina Delia Ferreira Rubio, presidente da Transparência Internacional.

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Para Rubio, "a tecnologia oferece grandes oportunidades na luta contra a corrupção, mas temos que ser cuidadosos, porque existe essa ideia de que ela resolve todos os problemas, o que não é verdade".

No caso da corrupção, enquanto ajuda em algumas frentes, a tecnologia poderia até ampliar a "opacidade" em outras

E-COMMERCE

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Fechando o primeiro dia do Fórum, o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, Roberto Azevêdo, debateu comércio eletrônico com representantes de Visa e Amazon.

"O volume de ecommerce está crescendo muito rápido", afirmou Azevêdo. "Se não fizermos nada, se deixarmos as coisas por si mesmas, as pequenas e médias empresas de comércio ficarão para trás."

O cenário, acredita ele, "será completamente dominado pelas grandes empresas, devido à quantidade de obstáculos para a participação" daquelas de menor porte, que são hoje o foco da atenção da OMC.

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Por outro lado, Demetrios Marantis, ex-representante de Comércio dos EUA e hoje vice-presidente para Relações Governamentais da Visa, questionou as "intervenções governamentais" no comércio eletrônico.

Em alguns casos, "fazem coisas que freiam a inovação". Ele defendeu que a OMC "coloque muretas [guard rails] em torno do que os governos estão fazendo, para assegurar o crescimento do ecommerce".

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