Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Dólar retoma força e fecha em alta, após cair até a casa de R$ 2,98

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após cair até a casa dos R$ 2,98, o dólar inverteu a tendência e fechou em alta nesta quarta-feira (13), acompanhando uma recuperação dos rendimentos de títulos do Tesouro dos Estados Unidos.
O dólar comercial, usado no comércio exterior, se valorizou 0,69% sobre o real, cotado em R$ 3,038 na venda. Já o dólar à vista, referência no mercado financeiro, cedeu 0,1%, para R$ 3,021.
"A alta no rendimento dos títulos do Tesouro americano motiva a saída de recursos dos emergentes de volta para os EUA, já que esses papéis são considerados de baixíssimo risco, o que os tornam mais atraentes que aplicações em mercados emergentes", diz Tarcisio Rodrigues, diretor de câmbio do Banco Paulista.
A moeda americana havia começado o dia em baixa principalmente pela divulgação de um indicador que mostrou desaquecimento das vendas no varejo dos Estados Unidos em abril, alimentando a perspectiva de que o juro básico daquele país pode demorar mais para começar a subir, retardando uma fuga de recursos dos mercados emergentes.
"A quebra da barreira psicológica de R$ 3 também pode ter motivado compras pontuais de dólares por grandes 'players' do mercado, o que impulsionou a cotação para cima. Isso porque o mercado sabe que, se a moeda americana cair para muito menos desse patamar, o Banco Central deve reduzir suas intervenções no câmbio, assim como fez no início deste mês", completou Rodrigues.
Nesta quarta (13), a autoridade monetária brasileira rolou para 2016 os vencimentos de 8,1 mil contratos que estavam previstos para o início de junho, em um leilão que movimentou US$ 393,8 milhões. A operação é equivalente à venda futura de dólares.
Se mantiver esse ritmo até o final de maio, o BC rolará apenas 80% do lote total de contratos de swap com vencimento no início do próximo mês, que corresponde a US$ 9,656 bilhões.
AÇÕES EM QUEDA
O mercado de ações teve nesta quarta-feira um novo dia de baixa, pressionado pelas ações da Vale. Os papéis preferenciais da mineradora, mais negociados e sem direito a voto, caíram 2,65%, para R$ 18,03 cada um. O movimento refletiu os recentes sinais de desaquecimento da China, que é o principal destino das exportações da companhia brasileira.
Com o desempenho da Vale, o principal índice da Bolsa brasileira, o Ibovespa, recuou 0,74%, para 56.372 pontos. O volume financeiro foi de R$ 6,610 bilhões.
A valorização de 1,31% das ações preferenciais da Petrobras, para R$ 13,97, amenizou a perda do Ibovespa. Investidores seguiram avaliando positivamente a notícia de que a estatal vai tentar vender títulos de dívida no Brasil para levantar de R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões. O valor deverá ser usado para reforçar o caixa e bancar investimentos. Há também expectativa pelo balanço da companhia no primeiro trimestre, previsto para sexta-feira (15).

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV