Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Indústria de SP cai em março, após dois meses de recuperação

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

BRUNO VILLAS BÔAS
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Após dois meses de recuperação, a indústria de São Paulo teve queda de 0,8% em março, em comparação ao mês anterior, na série livre de efeitos sazonais, informou o IBGE nesta terça-feira (12).
A produção paulista havia crescido 7,3% de dezembro para janeiro -puxando a média nacional- e mais 0,3% de janeiro para fevereiro. A recuperação nesses meses foi atribuída à recomposição de estoques.
O desempenho de São Paulo ficou um pouco melhor em março do que a média nacional. Na quarta-feira (6), o IBGE divulgou que a produção industrial no país como um todo caiu 0,8% em março, frente ao mês anterior.
Quando comparada ao mesmo mês do ano passado, a produção paulista teve queda de 2,7% -a 13ª baixa consecutiva nessa comparação. Em 12 meses, as perdas chegam a 6,8%- bem maior do que a média nacional (-4,7%).
O quadro negativo da indústria de São Paulo foi disseminado: 13 dos 18 setores pesquisados pelo IBGE tiveram taxas negativas em março, na comparação ao mesmo mês do ano passado.
Os setores que mais pesaram para a queda da produção paulista foram veículos automotores (-5,6%), atividade muito afetada pela produção de caminhões e motores. Na metalurgia, a queda foi de 10,9%.
A desaceleração da demanda interna, o crédito mais restrito e a baixa confiança de empresários e de consumidores são alguns dos fatores que têm afetado a produção da indústria brasileira desde 2014.
De acordo com o IBGE, a queda da produção da indústria no país foi disseminada entre os locais pesquisados. Frente a março do ano passado, houve redução em 11 dos 15 locais pesquisados.
Os destaques negativos de fevereiro para março ficaram para Ceará (-3,1%). Minas Gerais (-2,5%) e Paraná (-2,3%).
Os melhores resultados regionais ficaram com a Bahia (22,1%) —uma variação atípica do estado no mês. Em seguida aparecem Rio de Janeiro (4,8%) e Pará (3,2%).

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV