Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Formalização de domésticos no país sobe para 32,3%

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

LUCAS VETTORAZZO E BRUNO VILLAS BÔAS
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O Brasil fechou o primeiro trimestre de 2015 com ligeiro aumento na proporção de domésticos formalizados. Eles eram 31,5% do total nos três primeiros meses de 2014 e foram para 32,3% do total em 2015.
Dessa forma, 67,7% dos domésticos permanecem sem carteira assinada nos três primeiros meses deste ano. Os números constam na Pnad Contínua, pesquisa divulgada nesta quinta-feira (7) pelo IBGE.
O número total de trabalhadores domésticos também subiu, 6,019 milhões. Trata-se de uma alta de 1,51% em relação aos 5,929 milhões de igual período do ano passado.
A carteira assinada não é mera formalidade e influencia na renda do trabalhador. Um empregado doméstico com carteira ganhava em média R$ 975,33 no primeiro trimestre.
Sem carteira, ganhava menos, R$ 610,78. O rendimento médio do trabalhador doméstico era de R$ 728,59 no período. Houve evolução da renda de 0,8% no trabalho com carteira assinada; de 0,7%, sem carteira; e de 1,1% no rendimento médio.
O Senado aprovou na quarta (6) projeto de lei que regulamenta o direito dos trabalhadores domésticos.
Em abril de 2013, foi promulgada a chamada "PEC (Proposta de Emenda à Constituição) das Domésticas", que obriga o empregador a recolher INSS de seu funcionário, assim como pagar outros direitos trabalhistas, como férias e décimo terceiro.
SP CONTRATA MAIS COM CARTEIRA ASSINADA
O Estado de São Paulo esteve, no primeiro trimestre deste ano, acima da média brasileira na contratação de domésticas com carteira assinada (39,2%), enquanto ficou abaixo na contratação sem carteira (60,8%). Já no Rio, com carteira respondem por 40,6%, acima da média nacional, e sem carteira, 59,5%, abaixo da média.
Segundo Cimar Azeredo, gerente do IBGE, o aumento do número de trabalhadores domésticos é uma tendência percebida desde o ano passado, o que inverteu uma tendência de queda vista até 2013.
"No ano passado e neste início de ano, essa tendência mudou, por causa, talvez, de falta de oportunidade em outros nichos. Em São Paulo, por exemplo, estava reduzindo e voltou a subir", disse o gerente do IBGE.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV