Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Dólar cai pelo 6º dia e fecha a R$ 2,90, menor valor desde março; Bolsa sobe

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar comercial caiu pelo sexto dia seguido e fechou a R$ 2,904 (baixa de 0,12%) na cotação à vista, referência no mercado financeiro, nesta terça-feira (28), a menor desde 3 de março.
De acordo com economistas consultados pela reportagem, o mercado está testando um novo patamar para a moeda americana, abaixo de R$ 3, o que favorece importadores.
"A tendência está positiva, a percepção de risco sobre o país está mudando, com investidores mais otimistas com o ajuste fiscal e com a atuação do [ministro da Fazenda Joaquim] Levy", afirma Lauro Vilares, analista da Guide Investimentos
Já o dólar comercial, usado em transações no comércio exterior, encerrou as negociações com valorização de 0,75%, para R$ 2,944.
"O dólar à comercial registrou alta com a formação, nesta terça, da taxa Ptax, média calculada pelo Banco Central e que serve como referência para a liquidação de contratos futuros de câmbio [que equivalem a uma compra ou venda futura de dólares]", afirma Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da TOV Corretora.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou com alta de 0,50%, para 55.812 pontos, puxado, principalmente, por bancos e Petrobras.
EUA
Os investidores também atuaram à espera da reunião do Federal Reserve (Fed, banco central americano), que começa nesta terça-feira e termina nesta quarta (29).
O encontro vai definir a política monetária do país, que vai depender da avaliação das autoridades do Fed sobre a recuperação da economia americana.
A reunião de política monetária do Fed deve indicar quando o banco central americano vai elevar a taxa de juros que serve como base para a remuneração dos títulos americanos.
Caso sinalize que vai deixar os juros em patamares baixos por mais tempo, os investidores optariam por manter seu dinheiro em países emergentes, como o Brasil, que remuneram mais.
Com a perspectiva de maior entrada de dólares na economia brasileira, a cotação da moeda cai.
"O mercado aposta que o Fed vai manter a rédea frouxa sobre os juros até setembro, outubro, quando pode fazer alguma modificação em sua política monetária ou pelo menos sinalizar que vai mudar", afirma Galhardo.
Do lado interno, o mercado aguarda a reunião de dois dias do Comitê de Política Monetária (Copom), que termina na quarta-feira (29) e trará a definição da taxa básica de juros.
A expectativa de economistas é que a Selic seja elevada em 0,50 ponto percentual, a 13,25 por cento ao ano.
As altas taxas de juros no Brasil, aliadas à expectativa de demora no início da elevação dos juros nos EUA, atraem a entrada de investimento estrangeiro, o que também ajuda na queda do dólar.
TWITTER
Em Nova York, a empresa de microblogs Twitter divulgou nesta terça receita trimestral abaixo da expectativa média de Wall Street, pressionada por um crescimento mais fraco nos usuários mensais, levando as ações a despencarem cerca de 18%.
A receita do Twitter subiu para US$ 436 milhões no primeiro trimestre, ante US$ 250,5 milhões no mesmo período do ano passado.
O prejuízo da companhia aumentou para US$ 162,4 milhões ou US$ 0,25 por ação, ante US$ 132,4 milhões negativos, ou US$ 0,23 por papel, no primeiro trimestre de 2014.
Excluindo eventos não recorrentes, o Twitter teve lucro equivalente a US$ 0,07 dólar por ação no período.
BOLSA
Para Pedro Paulo, da TOV Corretora, a Bolsa brasileira foi puxada pela valorização das ações de bancos e da Petrobras.
As ações do Santander Brasil fecharam em alta após o banco registrar lucro 32% maior no primeiro trimestre do ano em relação ao mesmo período de 2014.
As ações do banco registram valorização de 6,06%, para R$ 16,10.
Os papéis da Petrobras, que caíam no início das negociações desta terça, encerraram com alta após a agência de classificação de risco Moody's confirmar a nota de crédito da estatal e mudar a perspectiva para estável, ante "sob revisão", eliminando o risco de um novo rebaixamento no curto prazo.
As ações preferenciais -mais negociadas e sem direito a voto- da Petrobras subiram 1,51%, para R$ 12,77. Os papéis ordinários -com direito a voto- fecharam com alta de 0,14%, a R$ 13,65.
As ações da Vale fecharam em queda nesta sessão. Os papéis preferenciais da mineradora caíram 0,37%, para R$ 18,69. As ações ordinárias tinham desvalorização de 3,66%, para R$ 22,60.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV