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​Com aumento de imposto, mais de 90 mil itens ficam mais caros a partir de hoje no Paraná

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​Com aumento de imposto, mais de 90 mil itens ficam mais caros a partir de hoje no Paraná
Autor “Eu senti aumento no medicamento, a luz aumentou bastante, e a alimentação. Comer na rua está bem mais caro do que um tempo atrás”, disse a consumidora - Foto: RPC - Foto: Reprodução

A partir desta quarta-feira (1º) o preço de 95 mil itens vendidos no Paraná está mais caro. O aumento é uma consequência do reajuste no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A lista de produtos é variada, passando pelo gás de cozinha,  medicamentos e pão.

O reajuste da alíquota do ICMS foi proposto pelo governo estadual e aprovado pelos deputados na Assembleia Legislativa no fim de 2014. A medida estava inserida no chamado “pacotaço”, que se configurou como uma série de medidas de austeridades com o intuito de alavancar o caixa do governo. O texto aprovado aumentou de 12% para até 25% a alíquota cobrada

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Apenas no setor farmacêutico, são cerca de 20 mil itens que ficam mais caros a partir deste mês. O reajuste depende da categoria, podendo chegar a 7,7%. Os antibióticos, produtos com alta concorrência no mercado, estão nesta lista. Houve ainda o reajuste autorizado pelo governo federal.

Para economizar Leonice Rodrigues, que trabalha como atendente de telemarketing, procurou o fabricante mais em conta já que não dá para deixar de cuidar da saúde.

“Eu senti aumento no medicamento, a luz aumentou bastante, e a alimentação. Comer na rua está bem mais caro do que um tempo atrás”, disse a consumidora.

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Também integra a lista de produtos que ficaram mais caro o pão. Somam-se a isso, outros fatores que igualmente influem no preço deste produto como a alta do dólar e o custo da energia elétrica.

Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Panificação do Paraná, Vilson Borgmann, o reajuste em cada região vai depender das despesas de cada estabelecimento. “Nós temos cidades que têm um aluguel mais alto, temos cidades que têm aluguel barato. Nós temos o consumo de energia em algumas padarias grande e temos outras com consumo menor. Então, esta é a realidade de cada uma. Cada uma tem que fazer a sua planilha e repassar aquilo que é realmente necessário”, avaliou Borgmann.

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