Economia

Eleição faz bancos saltarem na Bolsa; BB sobe 37,7% desde março

Da Redação ·
A Associação Comercial do Paraná (ACP) divulgou estatística que aponta para um crescimento da inadimplência do consumidor em Curitiba - Imagem ilustrativa
A Associação Comercial do Paraná (ACP) divulgou estatística que aponta para um crescimento da inadimplência do consumidor em Curitiba - Imagem ilustrativa

Elas foram o destaque na Bolsa nos últimos meses e até ganharam um apelido: kit eleições. As ações de Petrobras, Eletrobras, Banco do Brasil, Itaú e Bradesco subiram e desceram loucamente em meio às expectativas e especulações sobre o próximo governo do Brasil.

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Os movimentos mais bruscos começaram a ser notados a partir de março, quando o cenário para as eleições presidenciais começou a se formar. Na época, pesquisas mostraram queda na aprovação ao governo, investidores ficaram otimistas com a possibilidade de mudança e o kit eleições subiu.

A política econômica da atual presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), é alvo de críticas nos mercados financeiros. Portanto, pesquisas mostrando queda de Dilma faziam as ações do "kit eleições" subirem; uma alta de Dilma, pelo contrário, levava os papéis para baixo.

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De meados de março até setembro, as ações de estatais e bancos subiram fortemente. 

Em setembro, no entanto, o cenário começou a virar, com pesquisas mostrando um avanço de Dilma. As ações destas empresas passaram a cair. Mesmo assim, elas ainda continuam acima do patamar em que estavam em março de 2014.

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