Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Dólar sobe 1,39% após pesquisas de intenção de voto

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Dólar sobe 1,39% após pesquisas de intenção de voto
Autor Foto: Reprodução

A espera por pesquisas de intenção de voto na terça-feira, 30, gerou um movimento de leve baixa no dólar, que o resultado em si do levantamento tratou rapidamente de corrigir para cima. A moeda norte-americana teve uma alta firme na sessão desta quarta-feira, 1, depois que o mercado tomou conhecimento de que Dilma Rousseff (PT) ampliou a vantagem sobre Marina Silva (PSB) nas intenções de voto para a eleição que acontece no próximo domingo, em primeiro turno.

O movimento de procura por dólares já teve início logo no começo do pregão e nem mesmo o início da rolagem, pelo Banco Central, dos contratos de swap que vencem em novembro conteve o movimento de valorização. A moeda terminou a sessão em alta de 1,39%, a R$ 2,4840 - maior valor desde 8 de dezembro de 2008. Na mínima, registrou R$ 2,4500 (estável) e, na máxima, R$ 2,4860 (+1,47%). O giro negociado no mercado à vista estava em US$ 1,427 bilhão, com US$ 1,088 bilhão em D+2. No mercado futuro, o dólar para novembro estava cotado a R$ 2,5055, em alta de 1,81%, às 16h47.

O levantamento Ibope/Estadão/TV Globo mostrou Dilma com 39% das intenções de voto no primeiro turno, ante 29% de Marina Silva (PSB) e 19% de Aécio Neves (PSDB). No segundo turno, Dilma soma 42% e Marina tem 38%, no limite do empate técnico. Já o Datafolha mostrou Dilma com 40%, Marina com 25% e Aécio com 20%. Numa disputa com Marina no segundo turno, Dilma venceria por 49% a 41%.

Em reação aos números, que mostram maiores chances de vitória de Dilma, o mercado financeiro deu continuidade hoje ao movimento mais recente de busca por dólares. Tudo porque, na visão de muitos investidores, Dilma teria mais dificuldades para recuperar a credibilidade do País e, em paralelo, melhorar o fluxo de recursos para o Brasil.

Saíram hoje os dados da balança comercial de setembro e o efeito foi marginal. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio exterior divulgou um déficit de US$ 939 milhões no mês passado, resultado que fez com que o saldo acumulado do ano voltasse a ficar negativo (US$ 690 milhões), depois de, em agosto, a balança comercial ter ficado superavitária para o período acumulado no ano pela primeira vez em 2014.

O resultado é o pior para o mês desde 1998, quando o resultado de setembro havia sido um déficit de US$ 1,203 bilhão. A última vez a balança do mês havia apresentado resultado deficitário foi em 2000 (-US$ 326,7 milhões).

O resultado de setembro ficou dentro do intervalo das expectativas levantadas pelo AE projeções, de déficit de US$ 1,1 bilhão a superávit de US$ 122 milhões, mas pior do que a mediana negativa de US$ 600 milhões.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV