Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Carne bovina subiu 2,68% e pode subir mais, diz FGV

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Carne bovina subiu 2,68% e pode subir mais, diz FGV
Autor - Foto:

Metade da alta de 0,40% apurada no grupo Alimentação no âmbito do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do IGP-M de setembro foi puxada pelo encarecimento das carnes bovinas, avaliou nesta segunda-feira, 29, o economista André Braz, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Em agosto, a classe de despesa de alimentos teve deflação de 0,11%. Já as carnes bovinas tiveram recuo de 0,37% e subiram 2,68% no nono mês de 2014. "E têm potencial para continuar avançando mais", estimou.

O IPC-M, por sua vez, apresentou inflação de 0,42% em setembro, após 0,02% no oitavo mês do ano. "Todo esse fôlego não saiu somente de Alimentação. Tivemos outros itens de peso espalhados que explicam a aceleração do IPC-M", disse, ao referir-se ainda à elevação do grupo Habitação para 0,47% (de 0,29%), em virtude dos custos com energia elétrica; de 0,85% em Educação, Leitura e Recreação, devido à alta de 12,49% em passagens aéreas; e de 0,37% em Transportes, em virtude da elevação de 0,67% nos preços da gasolina.

Além da pressão das carnes nas próximas leituras do IPC, Braz ressaltou a aceleração de alguns itens in natura na pesquisa deste mês. Os preços das frutas saíram de queda de 0,85% para alta de 2,23%, enquanto as hortaliças diminuíram o ritmo de baixa entre um mês e outro, de 8,36% para 6,85%. "Devem ocorrer novos aumentos de carnes ao consumidor. Daqui para frente, as hortaliças e frutas serão exaustivamente citadas como fonte de influência de alta do IPC", previu, completando que o índice que mede os preços no varejo (IPC) deve ficar com a mesma taxa de setembro, de 0,40%, ou pouco acima dessa marca em outubro.

Apesar da percepção de pressão da inflação no varejo, Braz ressaltou que a situação dos preços ao consumidor não é das piores. "Não é tão ruim. Não houve aumento generalizado dos alimentos. Há mais exemplos de desaceleração do que de aceleração", ponderou.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV