Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Para BC, inflação não mostra mais resistência, mas deve demorar a cair

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Para BC, inflação não mostra mais resistência, mas deve demorar a cair
Autor - Foto:

BRASÍLIA, DF - Apesar de a inflação estar acima do limite de 6,5% fixado pelo governo, o Banco Central avalia que o índice de preços não mostra mais resistência. A informação faz parte da ata do Copom divulgada nesta quinta-feira (11).

A palavra "resistência" era citada pelo comitê desde janeiro do ano passado. Na ata anterior, de julho, por exemplo, a expressão que revelava um grau maior de preocupação com os preços aparecia duas vezes no texto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A instituição reafirmou que não vai mexer na taxa básica de juros e diz agora que, mantidos a taxa básica em 11% ao ano e o dólar em R$ 2,25, a inflação entrará "em trajetória de convergência" para 4,5% nos trimestres iniciais de 2016.

Para 2014, a projeção para a inflação diminuiu em relação ao valor considerado na reunião anterior, mas permanece acima de 4,5%. Para 2015, as projeções não mudaram e também estão acima da meta.


CONTA DE LUZ

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O BC também alterou a previsão de reajuste de energia este ano de 14% para 16,8%. A instituição diz ainda no documento que tarifas e preços controlados continuarão a subir acima de 4,5% até, pelo menos, 2016. Somente para 2014, a alta esperada é de 6%.

Luciano Rostagno, estrategista chefe do Banco Mizuho do Brasil, afirmou que ainda é necessária uma política fiscal mais "apertada" no próximo ano e reformas econômicas para evitar que a inflação recuo em direção à meta. "Caso contrário, as taxas de juros terão de subir novamente", disse.

O analista destaca ainda o trecho em que o BC afirma que as taxas de crescimento da absorção interna e do PIB se alinharam, o que vai ajudar a economia na transição para uma mistura mais saudável entre consumo e investimento, em que este último ganharia participação no crescimento econômico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV