Economia

Com novo nome, LLX tenta se afastar de Eike

Da Redação ·
 A MPX, de energia elétrica agora é Eneva e a OGX, petroleira em recuperação judicial, virou OGP - imagem arquivo
A MPX, de energia elétrica agora é Eneva e a OGX, petroleira em recuperação judicial, virou OGP - imagem arquivo

Por Denise Luna

RIO DE JANEIRO, RJ, 11 de dezembro (Folhapress) - Depois de ser vendida por Eike Batista para o grupo americano EIG, a ex-empresa de logística do grupo EBX, a LLX, responsável pela construção do Porto do Açu (RJ), anunciou que mudou seu nome para Prumo.

Segundo a empresa, o termo remete a uma "base sólida, correta, planejada e calculada com eficiência e disciplina".

Esta é a terceira empresa do grupo de Eike a mudar de nome, numa tentativa de dissociar a imagem do empresário das companhias, depois da derrocada do império construído pelo empresário.

A MPX, de energia elétrica agora é Eneva e a OGX, petroleira em recuperação judicial, virou OGP (Óleo e Gás Participações).

"(O nome Prumo) foi escolhido por representar este novo momento da empresa, com uma gestão mais pragmática e transparente, que une busca por excelência e visão de longo prazo para integrar mercados", informou a EIG em nota.

A EIG controla a Prumo com 53%, e Eike mantém até o momento 21% do capital da empresa, sendo o acionista individual mais relevante.

De acordo com a controladora da Prumo, o início de operação do Porto do Açu está confirmado para este ano. Composto de dois terminais (T1 e T2), o porto começará atendendo clientes no Terminal 2, que irá movimentar ferro gusa, carvão mineral, veículos, granéis líquidos e sólidos e carga geral e petróleo.

O Terminal 1 deverá começar a operar em 2014, com o primeiro embarque de minério de ferro programado para o segundo semestre do ano que vem, informou a EIG.
 

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