Economia

Bovespa retoma os 46 mil pontos, com alta de Petrobras

Da Redação ·
As declarações do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, após o fechamento dos mercados deram sustentação aos ativos na sessão desta quinta-feira, 11. A alta das bolsas internacionais sustentou a trajetória positiva doméstica, com os investidores estrangeiros atuando fortemente na compra. Vale e Petrobras se destacaram, sendo que as ações ordinárias da estatal do petróleo dispararam com a expectativa de pagamento de dividendos. O Ibovespa terminou o dia com elevação de 2,51%, aos 46.626,26 pontos. Na mínima, registrou 45.494 pontos (+0,02%) e, na máxima, 46.719 pontos (+2,72%). No mês, acumula perda de 1,75% e, no ano, de 23,50%. O giro financeiro totalizou R$ 7,036 bilhões. Os dados são preliminares. Bernanke sinalizou que a política de estímulos deve continuar por prazo prolongado e isso puxou a alta das bolsas europeias e norte-americanas. Com isso, o Dow Jones terminou em alta de 1,11%, aos 15.460,92 pontos, o S&P subiu 1,36%, aos 1.675,02 pontos, e o Nasdaq avançou 1,63%, aos 3.578,30 pontos. Aqui, os ganhos foram generalizados e patrocinados pelo investidor estrangeiro. Um dos destaques mais visíveis foi de Petrobras ON. Os papéis dispararam 7,25% - a maior alta do Ibovespa -, em meio à perspectiva de pagamento de dividendos. Essa leitura decorreu do anúncio feito pela empresa de mudança em sua contabilidade, com a adoção de uma prática conhecida como hedge, que permite a redução de impactos por variações cambiais nos resultados. Petrobras PN subiu 3,88%. Vale subiu mais de 4%, beneficiada pelo bom humor e pela alta do preço do minério de ferro no exterior. Vale ON, +4,66%, PNA, 4,16%. CSN ON avançou 7,07% e ocupou a segunda maior alta do Ibovespa, Gerdau PN, +3,20%, Metalúrgica Gerdau PN, +2,80%.
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