Economia

Start-up fatura com ginástica a distância

Da Redação ·





SÃO PAULO, SP, 6 de abril (Folhapress) - Fazer ginástica em frente a um aparelho eletrônico não é novidade: é possível se exercitar usando jogos do videogame Wii, da Nintendo, por exemplo. Mas uma empresa iniciante nos Estados Unidos permite que o instrutor do outro lado da tela seja de carne e osso, e não um avatar.

Uma start-up (empresa iniciante de base tecnológica) chamada Wello conecta pessoas interessadas em fugir de uma academia para malhar e professores que queiram dar aulas por meio de uma webcam. Não são exigidos equipamentos para os exercícios, apenas um computador, uma câmera e conexão à internet.

É possível contratar instrutores para modalidades como ioga, artes marciais e treinos aeróbicos, que são adaptados para as necessidades de cada cliente virtual. De acordo com a empresa, cada aluno frequenta, em média, 5,5 aulas por mês.

A empresa fatura ficando com uma porcentagem do valor das aulas, que varia entre US$ 7,50 e US$ 50, dependendo da experiência do professor -para entrar no serviço, o instrutor tem o currículo analisado. O serviço não é cobrado de alunos ou professores que aderem à plataforma.

A Wello, que recebeu US$ 1 milhão (R$ 2 milhões) de investimento de fundos de capital de risco no fim de 2012, lançou no mês passado uma modalidade de aulas em grupo: é possível malhar com cinco pessoas que estão em locais diferentes.
 

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