Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
CHOCANTE

Túmulo de criança de 7 anos é violado, crânio é furtado e família realiza novo sepultamento; entenda

Ele foi preso em flagrante e confessou à polícia que pretendia utilizar os restos mortais em um ritual de magia

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Túmulo de criança de 7 anos é violado, crânio é furtado e família realiza novo sepultamento; entenda
Autor Talita, menina de 7 anos que faleceu em setembro de 2025 - Foto: Reprodução

A família de Talita, menina de 7 anos que faleceu em setembro de 2025 após enfrentar um tumor cerebral, se prepara para realizar um novo sepultamento em São José, em Santa Catarina. A decisão ocorre meses depois de o túmulo da criança ter sido violado e o crânio furtado no Cemitério São João Batista, localizado no bairro Forquilhas.

De acordo com as informações, a menina havia sido enterrada em uma gaveta na parte inferior do cemitério. No dia 30 de outubro, a mãe da criança iniciou uma rifa com o objetivo de arrecadar recursos para garantir um sepultamento mais adequado para a filha. No entanto, no dia seguinte, o túmulo foi violado e o crânio da criança levado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Horas após o crime, um homem de 29 anos foi encontrado em um bar com os restos mortais e uma imagem de santa dentro de uma mochila. Ele foi preso em flagrante e confessou à polícia que pretendia utilizar os itens em um ritual de magia.

O Ministério Público de Santa Catarina denunciou o suspeito por violação de sepultura, crime previsto no artigo 211 do Código Penal, que trata de vilipêndio, destruição ou subtração de cadáver.

Após a recuperação do crânio, exames de DNA confirmaram a identidade dos restos mortais. O material permaneceu sob custódia da Polícia Civil de Santa Catarina por cerca de 1 mês e meio até ser liberado, após solicitação de celeridade feita pelo delegado Rodolfo Serafim Cabral, responsável pela investigação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com o delegado, a liberação ocorreu após a conclusão do caso e da perícia, com o objetivo de devolver o material à família o mais rápido possível diante do sofrimento enfrentado.

Cerca de cinco meses após a violação do túmulo, os familiares poderão, enfim, realizar um novo sepultamento. Em relato emocionado, a mãe destacou a dor prolongada causada pela situação, afirmando que a demora intensificou o sofrimento, como se estivesse revivendo a perda da filha.

Procurada, a Prefeitura de São José informou que realiza ações de manutenção no cemitério e solicitou reforço no patrulhamento da Guarda Municipal na região, com o objetivo de ampliar a segurança no local.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

📲Clique aqui para entrar no nosso grupo do WhatsApp e receber nossas notícias em primeira mão



CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline