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SP registra sete casos e três mortes por febre amarela

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São Paulo já registrou sete casos e três mortes por febre amarela em humanos neste ano. As informações são da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e consideram registros até a sexta-feira, 24.

Os prováveis locais de infecção são Socorro (quatro casos), Tuiuti (um caso) e Joanópolis (um caso). O local provável de infecção do outro caso ainda está em investigação.

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Como ocorre a transmissão?

Há dois diferentes ciclos de transmissão da febre amarela, o silvestre e o urbano. No ciclo silvestre, os macacos são os principais hospedeiros e os vetores são mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes. Nesse ciclo, o homem participa como um hospedeiro acidental ao frequentar áreas de mata.

Já no ciclo urbano, o homem é o único hospedeiro com importância epidemiológica e a transmissão ocorre a partir de mosquitos Aedes aegypti infectados.

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A febre amarela pode ser transmitida por macacos?

Não. Apesar de os macacos serem hospedeiros da doença no seu ciclo silvestre, ela é transmitida apenas por mosquitos infectados.

Qual a melhor forma de se proteger?

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A principal medida de proteção contra a febre amarela é a vacinação. Atualmente, o calendário vacinal prevê uma dose do imunizante aos 9 meses de idade e outra aos 4 anos. Em pessoas com mais de 5 anos não vacinadas previamente, utiliza-se o esquema de dose única. O imunizante é oferecido gratuitamente em postos de saúde de todo o País.

Quais os sintomas da febre amarela?

De acordo com o Ministério da Saúde, os sintomas iniciais da doença são: febre de início súbito, calafrios, dores na cabeça, nas costas e no corpo em geral, além de enjoo, vômito e fraqueza.

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Via de regra, as pessoas melhoram após esses sintomas, mas 15% ficam cerca de um dia sem sintomas e, depois, evoluem para quadros mais graves. Por isso, é importante ter um acompanhamento médico.

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