Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Sistema Cantareira entra na Faixa 3 de Alerta, com redução no limite de retirada pela Sabesp

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Sistema Cantareira, principal manancial de abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo, passou a operar nesta quarta-feira, 1º de julho, na Faixa 3 (Alerta), após encerrar junho com volume útil inferior a 40%. O sistema registrou 39,8% da capacidade, abaixo do Sistema Integrado Metropolitano (SIM), que está em 52,4%.

De acordo com as regras definidas pela Resolução Conjunta nº 925/2017, da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e da SP Águas, a permanência do volume útil entre 30% e 40% no último dia útil de junho determina a operação do Cantareira na Faixa 3 durante todo o mês de julho. Nessa condição, a Sabesp fica autorizada a retirar até 27 metros cúbicos por segundo (m³/s) do sistema ante 31m³/s anteriormente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Como medida de mitigação, a companhia também poderá utilizar a vazão eventualmente transposta no reservatório da Usina Hidrelétrica (UHE) Jaguari, na bacia do rio Paraíba do Sul, respeitado o limite outorgado.

A entrada na Faixa 3 ocorre cerca de duas semanas após o governo paulista revisar a metodologia de monitoramento da segurança hídrica da Região Metropolitana de São Paulo. As mudanças passaram a considerar uma série histórica de 15 anos, incluindo eventos como El Niño e La Niña, e criaram uma curva específica para o Cantareira após o sistema registrar, no ciclo 2025/2026, chuvas equivalentes a 62% da média histórica, ante 90% no ciclo anterior.

Em nota, a ANA e a SP Águas reforçaram a importância da adoção de medidas de gestão da demanda para reduzir o consumo e as perdas de água, além de estimular o uso racional do recurso pela população e pelos demais usuários, com o objetivo de preservar os volumes armazenados nos reservatórios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A gestão do Sistema Cantareira é compartilhada entre a ANA e a SP Águas, que monitoram diariamente os níveis, as vazões e o volume armazenado para orientar as decisões operacionais. As regras atuais foram estabelecidas após a crise hídrica de 2014/2015 e definem os limites de retirada de água conforme o volume acumulado nos reservatórios.

O Sistema Cantareira abastece cerca de metade da população da Região Metropolitana de São Paulo e também contribui para o abastecimento de municípios das bacias PCJ, como Campinas. É formado pelos reservatórios Jaguari, Jacareí, Cachoeira, Atibainha e Paiva Castro, que somam capacidade útil de 981,56 bilhões de litros. Desde 2018, o sistema conta com a interligação entre a represa da UHE Jaguari, na bacia do rio Paraíba do Sul, e o reservatório Atibainha, estrutura que ampliou a segurança hídrica da região.

Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV