Cotidiano

Reino Unido suspenderá o uso obrigatório de máscaras

Com 87% da população adulta vacinada, Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido, disse nesta segunda-feira, que o uso de máscaras em lugares públicos na Inglaterra, deixará de ser obrigatório a partir de 19 de julho.

Da Redação ·
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fonte: Kenzo Tribouillard/Pool via REUTERS
Reino Unido suspenderá o uso obrigatório de máscaras

Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido anunciou nesta segunda-feira, 05, que, a partir de 19 de julho, suspenderá a obrigatoriedade do uso de máscara em locais público na Inglaterra. O governo acredita que o programa de vacinação conseguiu reduzir a quantidade de internações nos hospitais, e que o serviço de saúde não ficará sobrecarregado

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Os dados da saúde pública indicam que as vacinas são eficientes para prevenir a infecção mesmo por variantes do coronavírus.

No Reino Unido, 86% dos adultos já receberam ao menos uma dose da vacina contra a Covid-19. A porcentagem daqueles que tomaram as duas doses é de 64%. Os dados são do próprio governo.

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O fim das regras para evitar o contágio não vale para todo o Reino Unido —Irlanda do Norte, País de Gales e Escócia ainda terão que observar as regras mesmo depois do dia 19 de julho.

Novo intervalo entre vacinas

O governo pretende reduzir o tempo de intervalo entre a primeira e a segunda dose —de 12 semanas, passará para 8 semanas.

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Isso será válido para aqueles que têm menos de 40 anos.

A expectativa é que, dessa forma, até meados de setembro todos os adultos estejam vacinados.

Não haverá exigência governamental de uso de máscara em qualquer condição na Inglaterra —as empresas que quiserem obrigar funcionários ou clientes a usar máscaras precisam procurar advogados, de acordo com o governo.

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O líder do país ainda vai anunciar formalmente o plano para aqueles que receberam duas doses de vacinas que não precisarão mais passar por uma quarentena ao voltar de outros países.

"Precisamos ser honestos com nós mesmos, se não conseguirmos reabrir nossa sociedade nas próximas semanas, quando teremos o verão e as férias escolares, precisamos nos perguntar quando iremos conseguir voltar ao normal?", questionou.

Com informações: G1