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Quem é Frankestein, apontado como ladrão de bancos que levava vida de luxo

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Uma operação da Polícia Civil do Acre prendeu, na quarta-feira, 9, Erasmo Sérgio Alves, o Frankenstein, suspeito de vários roubos a bancos no Estado do Espírito Santo. Foragido da Justiça desde 2017, ele estava morando em um condomínio de luxo, em Rio Branco. Na capital acreana, o foragido usava identidade falsa e se apresentava como empresário.

A reportagem não conseguiu contato com a defesa de Alves. O espaço está aberto para eventual manifestação.

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O delegado titular da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), Saulo Macedo, afirma que Erasmo já foi condenado a mais de 60 anos de prisão, em penas somadas. Ele tinha dois mandados de prisão em aberto. Segundo ele, os agentes monitoraram o suspeito durante três semanas, depois de receber informações da polícia capixaba.

"A Denarc do Espírito Santo nos informou sobre um foragido de longa data que estaria escondido aqui. Ele é um criminoso bastante influente naquele Estado e confirmamos que estava vivendo em Rio Branco, sob identidade falsa, morando em casa de alto padrão, no Conjunto Tangará. Um estilo de vida de luxo, muito acima da média", diz o delegado, através da assessoria de imprensa.

O investigado, de 52 anos, usava documentos falsos com o nome de Gustavo Sérgio Alves e vivia na capital acreana desde 2017. A prisão do foragido foi autorizada pela Vara de Juiz de Garantias, da capital, que expediu também um mandado de busca e apreensão na residência dele.

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O cumprimento dos mandados de prisão exigiu uma operação envolvendo equipes da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), que mobilizou um helicóptero. A ação foi realizada no início da tarde de quarta, na residência do foragido.

Durante o cumprimento do mandado de busca, foram encontrados 14 cartões bancários, documentos diversos com nome falso e um carro de alto valor. As equipes também identificaram indícios de que ele era responsável por remessas de drogas do Acre para o Espírito Santo. As investigações continuam para confirmar a extensão dessa atuação. "As fontes de inteligência apontam com segurança que ele era peça-chave no tráfico interestadual. A apuração sobre essas conexões segue em curso", ressaltou Macedo.

Ligações com o Comando Vermelho

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Em 2009, durante o julgamento de um pedido da defesa para que Frankestein fosse transferido da Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, para um presídio estadual, o acórdão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) assinalou que o preso era considerado um dos dez detentos mais perigosos do sistema prisional do Estado.

Disse ainda que Erasmo Sérgio Alves "orgulha-se de ter seguido a carreira do crime por opção e convicção, iniciada no Rio de Janeiro, onde mantém fortes ligações com o Comando Vermelho". Ainda segundo o acórdão, Frankenstein foi um dos mentores do episódio que culminou com o incêndio de inúmeros ônibus na Grande Vitória, nos anos 1990.

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