Cotidiano

Professora é assassinada e enterrada no quintal de casa

O suspeito seria o próprio marido, que chegou fazer publicações nas redes sociais solicitando ajuda para encontrar a esposa

Da Redação ·
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fonte: Reprodução/Redes Sociais

Uma professora e estudante de pedagogia, de 22 anos, foi assassinada pelo marido e enterrada no quintal de casa, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense do Rio de Janeiro. Conforme informações do Metrópoles, o engenheiro Jessé de Souza Cunha foi preso nesta quarta-feira (18) e responde por feminicídio e ocultação de cadáver.

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Conforme informações da Polícia Civil, o próprio marido e alguns familiares denunciaram o desaparecimento da professora Ana Júlia Mathias Thurler Alvarenga, na segunda-feira (16), quando a mulher foi vista pela última vez ao voltar do trabalho para casa.

O suspeito chegou a fazer publicações em suas redes sociais solicitando ajuda para encontrar a esposa. “Compartilhem, por favor. Sabemos que surgem julgamentos (que fugiu, que está escondida), mas ajudem a encontrar, depois julguem!”, escreveu o engenheiro, em sua última publicação, antes de ser preso.

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De acordo com as investigações da 58ª DP, os agentes desconfiaram de Jessé de Souza. Os policiais, então, iniciaram as diligências, encontraram imagens de câmeras de segurança, rastrearam o celular da vítima e foram à residência onde o casal morava.

As provas apontavam que a mulher estaria em casa durante todo o tempo e não teria "fugido" ou "desaparecido". Imagens de câmeras de segurança comprovam que Ana Júlia voltou para casa e não saiu em momento algum. Conforme o Metrópoles, o marido também estava na residência ao longo dos dias de desaparecimento, mesmo negando que tenha qualquer envolvimento com a morte da esposa.

Na quarta-feira (18), no entanto, os agentes encontraram o corpo enterrado no quintal, com sinais de tortura. A perícia foi realizada e, até o momento, o homem não confessou o crime.

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Nas redes sociais, Ana Júlia e Jessé postavam fotos e declarações de amor. Os dois eram casados há quatro anos. A jovem trabalhava como professora e era universitária, estava no quinto período de pedagogia.


Fonte: Informações do Metrópoles.

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