MAIS LIDAS
VER TODOS

Cotidiano

Pedreira clandestina é suspeita de pagar funcionários com pedras de crack, diz polícia do RS

Seis pessoas foram presas na terça-feira, 16, em Taquara, município da região metropolitana de Porto Alegre, acusadas pela polícia de pagar com pedras de crack pessoas que trabalham para uma pedreira clandestina. Três homens foram resgatados de situação d

Fabio Grellet (via Agência Estado)

·
Escrito por Fabio Grellet (via Agência Estado)
Publicado em 17.04.2024, 07:45:00 Editado em 17.04.2024, 07:50:30
Imagen google News
Siga o TNOnline no Google News
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.
Continua após publicidade

Seis pessoas foram presas na terça-feira, 16, em Taquara, município da região metropolitana de Porto Alegre, acusadas pela polícia de pagar com pedras de crack pessoas que trabalham para uma pedreira clandestina. Três homens foram resgatados de situação degradante, por viverem em meio à sujeira e em local inapropriado.

continua após publicidade

Por meio de interceptações telefônicas e telemáticas com autorização judicial, a Polícia Civil recolheu nas últimas semanas conversas por aplicativo de mensagens em que é relatado o pagamento em pedras de crack pelo serviço de quebra, serra e transporte de pedras.

Na madrugada desta terça-feira, policiais promoveram a Operação Pó de Pedra II e foram à área rural onde funciona a pedreira.

continua após publicidade

Os agentes encontraram carros abandonados e um alojamento onde estavam três homens. Segundo a polícia, eles admitiram ser dependentes químicos e dormiam em condições insalubres.

Nenhum dos seis presos teve o nome divulgado. À TV Globo, um deles negou pagar os "funcionários" com drogas. Disse que, por dia, cada um recebia R$ 100, e ficou calado ao ser questionado se eles tinham registro na carteira de trabalho.

A reportagem não conseguiu contatar o responsável pela defesa dos suspeitos.

continua após publicidade

Para a polícia, no entanto, as conversas obtidas por interceptação telefônica comprovam que o pagamento ao menos eventualmente era feito em drogas.

Os homens resgatados não tiveram o nome divulgado. Eles têm de 25 a 31 anos, e em entrevista à TV Globo, também negaram que recebiam o pagamento em pedras de crack.

Os três foram encaminhados para receber assistência médica e psicológica do poder público.

Gostou desta matéria? Compartilhe!

Icone FaceBook
Icone Whattsapp
Icone Linkedin
Icone Twitter

Mais matérias de Cotidiano

    Deixe seu comentário sobre: "Pedreira clandestina é suspeita de pagar funcionários com pedras de crack, diz polícia do RS"

    O portal TNOnline.com.br não se responsabiliza pelos comentários, opiniões, depoimentos, mensagens ou qualquer outro tipo de conteúdo. Seu comentário passará por um filtro de moderação. O portal TNOnline.com.br não se obriga a publicar caso não esteja de acordo com a política de privacidade do site. Leia aqui o termo de uso e responsabilidade.
    Compartilhe! x

    Inscreva-se na nossa newsletter

    Notícia em primeira mão no início do dia, inscreva-se agora!