Cotidiano

Pais acusam parque de discriminar filha com síndrome de Down

A menina, de 5 anos, teria sido proibida de brincar sozinha dentro do local, porém havia outras crianças desacompanhadas

Da Redação ·
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Representantes do parque e o pai da criança foram levados à delegacia para que pudessem prestar depoimento
fonte: Arquivo Pessoal
Representantes do parque e o pai da criança foram levados à delegacia para que pudessem prestar depoimento

Os pais de uma criança com síndrome de Down denunciam que a menina foi discriminada em um playground, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O caso aconteceu no último final de semana no Partage Shopping.

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De acordo com o boletim de ocorrência, a criança, de 5 anos, manifestou interesse em brincar na área do parque. A mãe, então, resolveu pagar pela estadia da criança no local. Porém, recebeu o alerta de uma das funcionárias de que ela teria que acompanhar a menina nos brinquedos.

Os pais, Meiriele Rocha e Jorge Rabelo, questionaram as funcionárias do “Incrível mundo de Bubu” o motivo da regra, já que havia outras crianças desacompanhadas no local, sob o cuidado apenas das monitoras. As funcionárias alegaram que a orientação da gerência era de não permitir a entrada de crianças com deficiência desacompanhadas.

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Os pais acionaram a Polícia Militar de Minas Gerais. Aos militares, uma funcionária explicou que a criança estava bastante agitada, passou por baixo do balcão e bateu nos computadores. Por esse motivo, o acompanhamento teria sido exigido, evitando o risco da menina se machucar.

Meire nega que tenha havido qualquer problema envolvendo a filha. Afirmou, também, que a administração do shopping foi procurada, mas ninguém entrou em contato para tentar resolver o problema.

Representantes do parque e o pai da criança foram levados à delegacia para que pudessem prestar depoimento. A Polícia Civil afirmou que instaurou procedimento investigativo par apurar as circunstâncias do ocorrido. Ainda segundo a PCMG, a pena para esse tipo de crime varia de 1 a 3 anos de prisão e multa.

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Fonte: Informações do g1.

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