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Ministros do governo Lula lamentam morte de papa Francisco e enaltecem legado

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Ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentaram a morte do papa Francisco nesta segunda-feira, 21, aos 88 anos. Em mensagens publicadas nas redes sociais, os chefes das pastas elogiaram a trajetória do pontífice e enalteceram o legado deixado por ele.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, classificou Francisco como "luz eterna". "O papa Francisco foi um grande defensor do acesso gratuito à saúde, durante toda a pandemia ergueu sua voz em favor da vacina contra o negacionismo, orou pelos doentes, pelos médicos e por todos os profissionais da saúde", escreveu na rede social X no período da manhã.

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Na publicação, Padilha conta que conheceu o papa durante uma visita ao Rio de Janeiro. "Francisco fez questão de visitar o nosso querido SUS - estivemos juntos em uma unidade de saúde que implantamos durante minha primeira gestão no Ministério da Saúde", disse. "Hoje nos despedimos de Francisco, que, como São Francisco de Assis, pregou o Evangelho com a própria vida. Que sua luz continue a iluminar os caminhos da Igreja. Descanse em paz, papa Francisco."

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, também contou que conheceu Francisco, que identificou como "homem simples e de gestos grandiosos" e que liderou a Igreja Católica com humildade, resiliência e amor. "Hoje, todo o mundo chora a morte do papa Francisco. Que seja eterna sua memória e contribuição para um mundo mais justo e fraterno", afirmou.

O ministro dos Transportes, Renan Filho, citou que o pontífice "pautou sua vida na construção de uma Igreja mais acolhedora, amorosa e de olhos voltados aos mais humildes, como ensinou Jesus".

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Segundo ele, Francisco deixa como lição "a prática da simplicidade e do amor generoso por aqueles que mais precisam".

O ministro do Turismo, Celso Sabino, foi outro integrante do governo Lula que lamentou a morte de Francisco. "Um líder espiritual que marcou o mundo com sua fé, humildade e compromisso com os mais vulneráveis", classificou. "Seu legado de compaixão, diálogo e paz permanecerá entre nós."

O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), também se pronunciou sobre o falecimento do argentino. Ao postar fotos com o papa, o deputado disse que Francisco marcou a história da Igreja Católica. "Uma referência de humanismo, de bem querer com os mais necessitados e de grande compromisso com a vida."

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Francisco morreu nesta segunda-feira em Roma, menos de um mês após deixar o hospital, onde ficou internado para tratar de uma pneumonia dupla. Um dia antes da morte, ele apareceu em público no Vaticano em uma missa de Páscoa, quando fez a última saudação aos fiéis.

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