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    Médico é suspeito de agredir criança de 8 anos durante atendimento

    Médico é suspeito de agredir criança de 8 anos durante atendimento
    Foto por Reprodução/Praia Grande Mil Grau
    Escrito por Da Redação
    Publicado em 25.01.2021, 11:05:34 Editado em 25.01.2021, 11:05:39
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    No sábado (23), um médico foi afastado de sua função após ser acusado de agressão em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), em Praia Grande, São Paulo. 

    Segundo o relato de Beatriz da Costa Santos, de 27 anos, o profissional teria batido em seu filho, de 8 anos. O menino precisou ir à UPA após ter sofrido uma queda enquanto andava de bicicleta.

    Ao tentar desviar de um veículo, a criança caiu e sofreu um corte na perna. A vítima foi levada pela mãe e pela tia ao estabelecimento de saúde.

    A mãe contou que ficou aguardando do lado de fora enquanto a tia o acompanhou durante o atendimento. Após a espera de cerca de uma hora, o menino foi chamado para atendimento pelo médico que, segundo a tia do menino, estava nervoso e gritando. 

    De acordo com a tia, a criança entrou chorando na sala e, então, o profissional deu um tapa em seu rosto. Uma enfermeira acompanhou a situação e repreendeu o médico. 

    A Polícia Militar (PM) foi chamada. Depois da chegada dos agentes de segurança, o profissional atendeu o menino, dando cinco pontos na perna ferida da criança. A família confeccionou um boletim de ocorrência contra o médico. 

    Afastamento

    Conforme uma nota divulgada pela prefeitura da cidade, o médico foi afastado.

    “A administração está à disposição da família e esclarece que não foi falta de médico ou assistência de saúde, trata-se de um caso de conduta profissional, e a Sesap solicitou à SPDM que o médico envolvido fosse afastado imediatamente até a apuração total dos fatos”, disse.

    A direção da unidade de saúde afirmou, no entanto, que não houve agressão. Em nota, a instituição disse que a criança e os familiares “encontravam-se muito exaltados” e que, por isso, “foi necessária a intervenção cordial da equipe da unidade para que o atendimento fosse realizado de forma apropriada”.

    Além disso, a direção da UPA afirmou que o menino recebeu todos os atendimentos necessários e que, apesar da recomendação de “permanência no local para observação”, a família retirou o paciente da unidade, “contrariando as recomendações médicas”.

    Com infromações; Metrópoles

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