Cotidiano

Manaus vive terror após polícia matar criminoso do tráfico

Ao todo 14 ônibus do transporte coletivo, além de duas viaturas da polícia e uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), foram incendiados

Da Redação ·
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fonte: Reprodução
Manaus vive terror após polícia matar criminoso do tráfico

A capital do Amazonas, Manaus viveu uma madrugada sob fogo depois que a polícia matou um líder da facção Comando Vermelho no estado. Erick Batista Costa, o Dadinho enfrentou a polícia e uma equipe da Rocam (Rondas Ostensivas Cândido Mariano), em resposta acabou matando o criminoso. Por isso, membros da quadrilha reagiram e literalmente puseram fogo na noite manauara.

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Ao todo, 14 ônibus do transporte coletivo, além de duas viaturas da polícia e uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), foram incendiados. Segundo a imprensa local, bandidos armados renderam motoristas e obrigaram passageiros a descer dos ônibus. Em seguida, atearam fogo nos veículos.

Os funcionários do Samu ainda foram roubados durante os ataques que foram registrados em 11 bairros de Manaus, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP). Neste domingo (06), as empresas de ônibus retiram a frota de circulação, sem previsão de volta e a capital do Amazonas ficou sem transporte público.

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O Corpo de Bombeiros registrou incêndio em um estabelecimento comercial e em um transformador de energia elétrica. Uma agência bancária também foi depredada neste domingo segundo a polícia. Os bandidos também queimaram uma viatura da PM e outra da Polícia Civil. Também foram registrados ataques em outras duas cidades do Amazonas, na cidade Carreira Castanho (a 124 km de Manaus) e em Parintins (a 369 km da capital). Para tentar controlar o caos, o governo informou a criação de um gabinete de crise para monitorar a situação.

O Comando Vermelho, de origem carioca, estaria no controle do tráfico e os presídios do Amazonas desde 2020, após derrotar a facção rival Família do Norte (FDN), que foi responsável pelos massacres nos presídios de Manaus em 2017 e 2019.

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