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'Mainha do crime' financiava roubo de alianças; polícia procura vítimas para devolver joias

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A Polícia Civil, por meio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), está em busca das vítimas de roubos de alianças em São Paulo.

Durante a Operação Ouro Reverso, realizada na semana passada, no centro da capital paulista, diversas joias foram apreendidas. Os itens estão disponíveis no departamento para reconhecimento.

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Segundo a polícia, o processo é essencial para comprovar a origem ilícita dos objetos e dar andamento às investigações.

"Quando a vítima vem à delegacia e faz o reconhecimento do material, ela descarta a hipótese de que aquelas alianças podem ter sido usadas apenas como moeda de troca. Com a comprovação do roubo, conseguimos provar que nas lojas onde eram feitas a venda do ouro era praticado o crime de receptação qualificada", afirma o delegado Fernando David.

Caso identifique nas imagens a aliança roubada, a vítima pode comparecer à sede do Deic para reconhecimento da joia. Clique aqui para ver todas as imagens divulgadas.

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- O endereço é Avenida Zaki Narchi, 152 - Carandiru, zona norte da capital.

Segundo David, na delegacia será solicitado detalhes que comprovem o bem material, como uma foto, documento ou o boletim de ocorrência do roubo. "Após o reconhecimento, o material passará por perícia e será devolvido ao proprietário."

A ação realizada na quarta-feira passada, 7, e coordenada pela 3ª Delegacia de Investigações sobre Fraudes Financeiras e Econômicas, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), resultou na recuperação de 16 alianças em lojas no centro de São Paulo, além da apreensão de aproximadamente R$ 2,7 milhões em ouro e joias e R$ 157 mil em dinheiro.

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Envolvimento da 'Mainha do crime'

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, durante a operação, também foi preso o principal negociador de ouro e joias furtadas e roubadas da organização criminosa que era liderada pela Suedna Barbosa Carneiro, de 41 anos, conhecida como a 'Mainha do Crime', detida em fevereiro deste ano.

Ela é apontada como financiadora de crimes de roubo como o que vitimou o ciclista Victor Medrado, que pedalava em frente ao Parque do Povo.

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Já o indivíduo, segundo as investigações, atuava como "flecha da organização criminosa, recebendo as joias provenientes do crime e vendendo de maneira rápida para lojas do centro da cidade", afirmou a secretaria.

O suspeito, de 37 anos, foi localizado em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. Em sua posse estavam R$ 80 mil. Como o nome não foi divulgado, a defesa dele não foi localizada.

Durante a operação, também foram executados mandados de busca e apreensão em estabelecimentos, resultando na cassação do CNPJ de três lojas clandestinas usadas para derreter materiais preciosos, conforme a SSP. "Além do detido, mais dez pessoas e 11 empresas são investigadas no esquema ilícito."

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