Cotidiano

Integrante de estupro coletivo é encontrado morto na prisão

O preso era um dos integrantes do estupro e assassinato de uma garota indígena

Da Redação ·
Imagem ilustrativa da notícia Integrante de estupro coletivo é encontrado morto na prisão
fonte: Divulgação/Dourados News
Integrante de estupro coletivo é encontrado morto na prisão

Na madrugada desta sexta-feira (13), um dos integrantes do estupro e assassinato de uma garota indígena foi encontrado morto, na Penitenciária Estadual de Dourados (PED), no Mato Grosso do Sul. O homem seria tio da menina, vítima do abuso.

continua após publicidade

Segundo Erasmo Cubas, delegado que está à frente da investigação, o indivíduo, de 34 anos, foi encontrado em óbito na cela. Uma perícia está sendo feita para apurar o que houve, mas a principal suspeita é de que o homem cometido ato extremo. 

O caso

continua após publicidade

Uma garota indígena de 11 anos morreu, na madrugada de segunda-feira (9), após ser estuprada por cinco homens, incluindo o tio dela,  e arremessada de um penhasco de aproximadamente 20 metros.

A criança foi encontrada sem vida em uma região localizada na aldeia Bororó, em Dourados, Mato Grosso do Sul.

Cinco pessoas, sendo três adolescente e dois adultos, foram presas por homicídio qualificado, feminicídio e estupro de vulnerável.

continua após publicidade

Segundo a PCMS, os suspeitos combinaram de levar a garota para o local e abusarem dela. Os dois adolescentes arrastaram a vítima de sua residência, onde ela teria ingerido bebida alcoólica com eles, e a levaram para próximo do penhasco.

No local, eles a obrigaram a ingerir cachaça pura e passaram a abusar sexualmente dela, por diversas vezes. Segundo os suspeitos, a todo momento a vítima gritava e pedia socorro. Ela acabou desmaiando.

“Durante a barbárie, o tio da vítima chegou ao local e também participou do crime”, narra a polícia sul-mato-grossense.

continua após publicidade

“Quando a vítima começou a recobrar a consciência, voltou a pedir socorro e disse que ia denunciar os autores. Por isso, eles decidiram jogá-la do penhasco para não serem descobertos”, prossegue.

Todos os suspeitos confessaram o crime.