Cotidiano

IML libera corpo de criança errada em Petrópolis

A família só descobriu a troca no momento do velório, ao abrirem o caixão

Da Redação ·
Imagem ilustrativa da notícia IML libera corpo de criança errada em Petrópolis
fonte: Matheus Rodrigues/ g1 Rio

Uma família de Petrópolis, Região Serrana do Rio de Janeiro, passou por um transtorno, pois o Instituto Médico-Legal (IML) da cidade liberou o corpo errado de uma criança de 1 ano e 11 meses. A família só descobriu a troca no momento do velório, ao abrirem o caixão.

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De acordo com o padrinho da menina chamada Helena, Guilherme Felicíssimo, a família reconheceu o corpo da menina na quarta-feira (16), no IML, e, na quinta-feira (17), conseguiram a documentação necessária. No entanto, a criança que foi levada para o enterro não é Helena Leite de Carvalho Paulino, mas sim uma outra criança que, coincidentemente, também se chama Helena.

“Infelizmente, outra família reconheceu a nossa Helena. Os nomes eram semelhantes, mas a família reconheceu errado. É onde está tendo essa confusão. Reconheceram como deles e a nossa Helena sumiu. A gente ainda não sabe”, contou o familiar.

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O corpo da outra Helena, que foi levada por engano ao velório, foi escoltado de volta ao IML pela polícia para que a troca pudesse ser realizada.

"É um sofrimento danado, a gente está nessa batalha desde quarta-feira, desde quando a gente, infelizmente, achou os corpos sem vida. Mas a gente achou. A gente sabia que era um processo, mas não que seria esse transtorno todo", completou Guilherme.

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DESACREDITADOS

A família da criança se preparava para a comemoração do aniversário da menina Helena, que completaria dois anos de idade agora no dia 17 de março de 2022.

Além disso, em entrevista para o g1, a mãe da criança, contou que demorou nove anos para engravidar da pequena Helena. "Às vezes acho que é um pesadelo, que vou acordar e ela vai estar aqui. Demorei nove anos para engravidar, quis fazer as coisas certinhas para ter condições, e só aproveitei a minha filha um ano", contou Giselli Carvalho. Disse ainda que só queria chegar em casa e ver que estava tudo bem no meio da chuva que tomou a cidade.

A mãe foi a pé do Cascatinha, onde trabalha, até o Morro da Oficina, onde morava com a família. No meio do caminho, conseguiu falar com um vizinho que contou sobre o desabamento.

Fonte: Informações do g1.