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    Fiocruz corrige dados sobre lista tríplice para presidência da instituição

    Escrito por Da Redação
    Publicado em 20.11.2020, 11:16:00 Editado em 20.11.2020, 11:23:04
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    A Fiocruz corrigiu dados enviados sobre a lista tríplice para escolha do novo gestor da instituição. O assunto foi alvo de matéria publicada nesta quinta-feira, 19. A Comissão Eleitoral informou por nota que Nísia Trindade teve 3.784 votos (e não 2.436 como constava) e foi a primeira colocada. Venâncio e Moreira ficaram respectivamente em segundo e terceiro lugares. Reproduzimos abaixo a matéria, agora com os dados corretos.

    Apoiado por deputados bolsonaristas, o candidato à presidência da Fiocruz Florio Polonini não obteve os 30% dos votos válidos necessários para entrar na lista tríplice para escolha do novo gestor da instituição. A lista de três nomes a ser enviada ao Palácio do Planalto será encabeçada pela atual presidente da fundação, Nísia Trindade, seguida do coordenador de Vigilância em Saúde, Rivaldo Venâncio, e do vice-presidente, Mário Moreira.

    A Comissão Eleitoral informou por nota que Nísia teve 3.784 votos (e não 2.436) e foi a primeira colocada. Venâncio e Moreira ficaram respectivamente em segundo e terceiro lugares. O texto não revelou quantos votos eles receberam, mas assinalou que Florio não teve o mínimo necessário de sufrágios para que integrasse a lista tríplice, segundo o Regulamento Eleitoral.

    Participaram da votação eletrônica iniciada na terça-feira, 17, e encerrada nesta quinta, 19, 4.460 servidores, 91,7% do total de 4.847 funcionários. A contagem foi acompanhada por representantes da Academia Nacional de Medicina, do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

    O resultado será homologado pelo Conselho Deliberativo da Fiocruz no dia 23. Depois, a lista tríplice será encaminhada ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Então, seguirá para o presidente Jair Bolsonaro.

    Tradicionalmente, a Presidência respeita a escolha dos servidores e nomeia o mais votado. Mas a palavra final será de Bolsonaro. Ele que pode nomear qualquer um dos três nomes.

    A votação na Fiocruz se deu em um momento crucial da história da instituição centenária. Ocorreu em meio a uma pandemia sem precedentes e pouco antes do início da produção em massa de uma vacina nova, contra a covid-19.

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