TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
LIBERDADE

Dono da Ultrafarma e diretor da Fast Shop deixam a prisão em SP

Justiça liberou os empresários; fiscal acusado de receber R$ 1 bi segue detido

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Dono da Ultrafarma e diretor da Fast Shop deixam a prisão em SP
Autor Sidney Oliveira, e Mário Otávio Gomes deixaram a prisão nesta sexta-feira (15) - Foto: Reprodução

Os empresários Sidney Oliveira, dono da rede Ultrafarma, e Mário Otávio Gomes, diretor da Fast Shop, deixaram a cadeia no fim da tarde desta sexta-feira (15), em São Paulo. Eles estavam detidos no 8º Distrito Policial, no Belenzinho, zona leste da capital.

LEIA MAIS: Paciente dispara arma de policial dentro de hospital em Londrina

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A soltura ocorreu um dia antes do vencimento da prisão temporária, que tinha prazo de cinco dias. O Ministério Público de São Paulo (MPSP) decidiu não pedir a renovação da medida, entendendo que a imposição de tornozeleira eletrônica e a apreensão dos passaportes seriam suficientes para evitar risco de fuga.

Os dois haviam sido presos na última terça-feira (12) durante a Operação Ícaro, conduzida pelo Gedec, grupo do MPSP especializado em crimes econômicos. A investigação apura o pagamento de propina a auditores fiscais da Secretaria da Fazenda para favorecer empresas por meio da antecipação de créditos fiscais.

O principal alvo da operação é o auditor fiscal Artur Gomes da Silva Neto, apontado como operador do esquema. Segundo o MPSP, ele teria recebido ao menos R$ 1 bilhão em propinas por meio da empresa Smart Tax, registrada no nome da mãe dele. A investigação aponta que a mulher passou de um patrimônio de R$ 411 mil em 2023 para cerca de R$ 2 bilhões em 2025.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No caso do fiscal, os promotores devem pedir a prorrogação da prisão temporária ou a conversão em preventiva, mantendo-o detido.


Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV