Cotidiano

Covid volta a ser causa de síndrome respiratória grave

Estudo divulgado pela Fiocruz mostra que há crescimento no número de SRAG em todas as faixas etárias

Da Redação ·
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fonte: Fábio Vieira/Metrópoles

Nesta sexta-feira (20), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou o novo boletim Infogripe apontando que a Covid-19 voltou a ser a principal causa de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no Brasil.

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O estudo reúne dados referentes aos dias 08 a 14 de maio e revela que 4,18% dos casos de SRAG registrados pela Fiocruz são oriundos da Covid. A instituição também constatou que há crescimento no número de SRAG em todas as faixas etárias da população adulta. No período analisado, foram identificados 5,5 mil casos de doenças causadoras de síndrome respiratória aguda grave.

Segundo a Fiocruz, 18 das 27 unidades da Federação apresentam sinal de crescimento dos casos de SRAG na tendência de longo prazo, próximas seis semanas.

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A alta foi identificada no Paraná, Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Ceará, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

Outros vírus

Segundo o boletim Infogripe, os casos de vírus sincicial respiratório (VSR) que representam 36,5% do total de registros de SRAG. Os registros de Inluenza A são 3,2%; e os de Influenza B, 0,4%.

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“Em relação aos óbitos, a presença destes vírus entre os casos positivos foi de 4,6% para Influenza A; 0,7% para Influenza B; 6,6% para VSR; e 79,5% para Sars-CoV-2”, consta no estudo.



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