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Ceran, operadora da hidrelétrica 14 de Julho, confirma rompimento parcial de barragem no RS

A Companhia Energética Rio das Antas (Ceran), que opera a usina 14 de Julho, informou que detectou às 13h40 desta quinta-feira, 2, o rompimento parcial do trecho direito da barragem da usina. Segundo a empresa, o rompimento ocorreu devido ao contínuo aume

Luciana Collet (via Agência Estado)

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Escrito por Luciana Collet (via Agência Estado)
Publicado em 02.05.2024, 17:25:00 Editado em 02.05.2024, 17:32:14
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A Companhia Energética Rio das Antas (Ceran), que opera a usina 14 de Julho, informou que detectou às 13h40 desta quinta-feira, 2, o rompimento parcial do trecho direito da barragem da usina. Segundo a empresa, o rompimento ocorreu devido ao contínuo aumento da vazão do Rio das Antas e das fortes chuvas que atingem o Estado do Rio Grande do Sul desde a terça-feira, 30.

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A empresa acrescentou que as barragens das usinas Monte Claro e Castro Alves encontram-se em estado de atenção e seguem sendo monitoradas. Juntas, as três hidrelétricas formam o complexo energético Rio das Antas, operado pela Ceran.

A usina 14 de Julho já estava em estado de alerta e teve o plano de ação de emergência foi colocado em prática ontem, 1º, em coordenação com as Defesas Civis da região, acarretando acionamento de sirenes de evacuação da área, para que a população local pudesse ser retirada com antecedência e em segurança. Agora, a Ceran informou ter comunicado a Defesa Civil sobre o rompimento para tomada de ações adicionais.

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A hidrelétrica 14 de Julho possui 100 megawatts (MW) de potência instalada. Já as usinas Castro Alves e a Monte Claro têm 130 MW cada uma, totalizando 360 MW no complexo energético localizado na região nordeste do Rio Grande do Sul, entre os municípios de Antônio Prado, Bento Gonçalves, Pinto Bandeira, Cotiporã, Flores da Cunha, Nova Pádua, Nova Roma do Sul e Veranópolis.

A Ceran é controlada pela CPFL - Geração de Energia, que detém 65% da companhia. A Companhia Estadual de Geração de Energia Elétrica (CEEE-G) possui 30% e a Statkraft Energias Renováveis detém os demais 5%, segundo informações disponibilizadas no site da empresa.

Procurada para comentar a situação da usina, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) ainda não se pronunciou.

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