Cotidiano

“Característica de compulsividade”, diz delegada sobre anestesista

Barbara Lomba, delegada responsável pela investigação, afirma que Quintella é um criminoso em série e citou a compulsividade percebida no médico

Da Redação ·
Receba notícias no seu WhatsApp!
Participe dos grupos do TNOnline
Giovanni Quintella, médico anestesista preso por abusar sexualmente de grávida durante parto, no Rio de Janeiro
fonte: Reprodução
Giovanni Quintella, médico anestesista preso por abusar sexualmente de grávida durante parto, no Rio de Janeiro

A Delegacia da Mulher de São João de Meriti (DEAM), na Baixada Fluminense, responsável pela investigação do caso do anestesista Giovanni Quintella, de 32 anos, afirma que o médico é um criminoso em série. O homem é acusado de estuprar, pelo menos, seis mulheres.

continua após publicidade

A equipe de reportagem do Metrópoles entrevistou a delegada Barbara Lomba, e a policial ressaltou a repetição da ação criminosa e citou a característica de compulsividade percebida no médico. Quintella foi preso em flagrante após abusar sexualmente de uma grávida sedada, durante parto cesárea, no Rio de Janeiro, no último domingo (10).

“Se trata de um criminoso que atua em série. Isso pode ser afirmado sem medo de errar”, diz a delegada responsável pela investigação.

continua após publicidade

Giovanni está sendo investigado pelo estupro da vítima do vídeo e de outras cinco mulheres que já procuraram a delegacia para falar sobre as atitudes suspeitas do anestesista.

“O caso em que ele foi flagrado está basicamente concluído. Temos que ouvir a vítima e juntar alguns outros documentos”, relata Barbara Lomba.

A Polícia Civil já constatou traços de anormalidade na sedação em todos os casos relatados até agora, o que pode levar ao médico responder por violência obstétrica. “Em todos os casos a sedação pareceu desnecessária, feita no final do procedimento. Há relatos de questionamentos a ele, mas sem explicação, já que a vítima não estava agitada e nem teve nenhuma intercorrência durante a cirurgia. Tudo indica que a sedação era feita para a prática de estupro” afirmou a delegada.

continua após publicidade

Giovanne Quintella está preso no presídio Bangu 8, sozinho em uma cela de 36 metros quadrados. A prisão do médico foi convertida em preventiva na noite de terça-feira (12), e ele foi recebido com vaias e xingamentos pelos outros presidiários.


Fonte: Informações do Metrópoles.

GoogleNews

Siga o TNOnline no Google News