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Caixa firma compromissos para COP30 com R$ 50 mi de Fundo para restauração de áreas degradadas

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A Caixa anunciou os compromissos socioambientais firmados pela instituição à COP30 nesta terça-feira, 1º. Esses compromissos preveem a disponibilização de R$ 50 milhões em recursos não reembolsáveis do Fundo Socioambiental (FSA) que serão aplicados em ações de recuperação de áreas degradadas e bioeconomia na região amazônica.

Em evento, o banco assinou acordos com os ministérios do Desenvolvimento Agrário e Meio Ambiente. Com o MDA, foi assinado um Acordo de Cooperação Técnica para o lançamento de uma chamada pública do FSA do banco para promover a recuperação de áreas degradadas para fins produtivos, no valor de R$ 50 milhões. Já com o MMA foi estabelecida uma parceria para estruturar programas, projetos, ações e outras iniciativas de promoção de políticas ambientais e climáticas.

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Segundo o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira, após a assinatura do acordo, o banco e a Pasta lançarão um edital para que cooperativas e associações possam concorrer com projetos com foco na restauração florestal com espécies produtivas, como açaí, cupuaçu e dendê. A ideia é mudar a lógica e estimular a bioeconomia como potencializadora de maiores ganhos para as opulações legais. "Queremos apresentar na COP um resultado muito substantivo desse acordo que estamos assinando aqui", diz, projetando que esse será o maior programa de reflorestamento do mundo

O presidente da Caixa, Carlos Vieira, disse que esse recurso de R$ 50 milhões do FSA é alimentado por receitas obtidas com multas ambientais e que será revertido para preservação. Ainda serão definidas as regras para o edital e, por isso, não é possível estimar o impacto de multiplicação desse investimento.

Durante sua fala no evento, Vieira mencionou que discutiu questões de regulação da Caixa com o Banco Central nesta semana. Ao fim da apresentação, ele foi questionado sobre a avaliação do momento em que há a tentativa de aquisição do Banco Master pelo BRB e apreensão sobre o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Vieira se limitou a dizer que esse tema não diz respeito ao banco, mas que se essa operação for sustentável, o mercado perceberá e ela será bem-vinda.

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