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Brasileiro apontado como liderança do tráfico de cocaína é preso na Hungria

O escritório da Interpol em Budapeste, na Hungria, prendeu nesta terça-feira, 21, Sérgio Roberto de Carvalho, o Major Carvalho, considerado um dos maiores traficantes internacionais de cocaína.O nome dele estava na chamada "lista de difusão vermelha", que

Rayssa Motta (via Agência Estado)

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Escrito por Rayssa Motta (via Agência Estado)
Publicado em 21.06.2022, 18:25:00 Editado em 21.06.2022, 18:32:22
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O escritório da Interpol em Budapeste, na Hungria, prendeu nesta terça-feira, 21, Sérgio Roberto de Carvalho, o Major Carvalho, considerado um dos maiores traficantes internacionais de cocaína.

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O nome dele estava na chamada "lista de difusão vermelha", que funciona como um alerta para as polícias do mundo sobre foragidos internacionais.

"No momento, a Polícia Federal adota as providências formais decorrentes da captura após as diligências policiais que culminaram nessa importante prisão", diz o comunicado divulgado pela Polícia Federal (PF).

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Carvalho era procurado desde novembro de 2020, quando a PF abriu a Operação Enterprise contra um esquema sofisticado de lavagem de dinheiro do tráfico. Ele é apontado como líder da organização criminosa e estava entre os alvos dos mandados de prisão, mas não foi encontrado. Os investigadores já desconfiavam que ele morava na Europa.

Operação Enterprise

A investigação que colocou os policiais federais no encalço do Major Carvalho durou três anos. O ponto de partida das autoridades foi a apreensão de 780 quilos de cocaína, pela Receita Federal, durante uma fiscalização de rotina no Porto de Paranaguá, no Paraná.

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Ao longo do inquérito, foram apreendidas outras 50 toneladas da droga, ligadas ao mesmo grupo, em portos do Brasil, Europa e África.

A PF afirma que a organização criminosa trazia a cocaína ao Brasil e preparava a droga para exportação. O grupo teria células espalhadas por todo o País, segundo a investigação.

A segunda etapa, a lavagem do dinheiro do tráfico, seria operada por meio de "laranjas" e empresas de fachada. Outra estratégia eram transações imobiliárias, compra e venda de veículos e investimentos em companhias em recuperação judicial.

A Operação Enterprise resultou na apreensão de mais de R$ 500 milhões.

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