Cotidiano

Bolsonaro critica cobertura da imprensa sobre a guerra

Presidente disse que posição do Brasil sobre conflito está sendo feita por meio de "canais adequados", como o Conselho de Segurança da ONU

Da Redação ·
Imagem ilustrativa da notícia Bolsonaro critica cobertura da imprensa sobre a guerra
fonte: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ao se manifestar sobre a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, o presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou, neste sábado (26/2), a cobertura da imprensa brasileira. Em publicação nas redes sociais (leia a íntegra mais abaixo), o chefe do Executivo federal ainda defendeu a “soberania”, a “autodeterminação” e a “integridade territorial” dos países.

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“Infelizmente, mesmo em um momento sensível, em que estão em jogo vidas humanas, princípios inegociáveis das relações internacionais, e recursos importantes para a vida dos brasileiros, parte da imprensa insiste em gerar ruído e em desinformar os brasileiros em troca de cliques”, escreveu o presidente.

Bolsonaro disse que a posição do Brasil está sendo comunicada por meio dos “canais adequados”, como o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

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“A posição do Brasil em defesa da soberania, da autodeterminação e da integridade territorial dos Estados sempre foi clara e está sendo comunicada através dos canais adequados para isso, como o Conselho de Segurança da ONU, e por meio de pronunciamentos oficiais”, declarou, sem condenar os ataques russo à Ucrânia.

Neste sábado, o governo federal anunciou que dois aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) poderão ser usados para resgatar brasileiros que vivem na Ucrânia. Cerca de 500 brasileiros vivem no país. De acordo com o Ministério da Defesa, duas aeronaves KC-390 Millennium estão “de prontidão. Os aviões se veem na Base Aérea de Anápolis (GO), mas ainda não há uma data certa para a decolagem.

Entre sexta-feira (25/2) e este sábado (26/2), ao menos três trens partiram de Kiev, capital da Ucrânia, rumo a Chernivtsi, cidade no oeste do país, nas proximidades das fronteiras com a Romênia e a Moldávia.

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Segundo o Ministério das Relações Exteriores, até o momento, 50 brasileiros conseguiram deixar Kiev de trem. Eles seguirão para a fronteira com a Romênia.

Com informações: Metrópoles 

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