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Anvisa apreende lotes falsos de Mounjaro

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta quinta-feira, 2, a apreensão de três lotes falsificados do medicamento Mounjaro, utilizado para tratamento de diabetes e obesidade.

Com a medida, fica proibida a comercialização, distribuição e o uso dos produtos dos lotes D856831 do medicamento Mounajro, D880730 e D840678 do Mounajro Kwikpen.

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As unidades foram encontradas pela Eli Lilly, empresa detentora do registro do medicamento no País, por terem características diferentes do produto original, como número de série não identificados nos sistemas da fabricante, uso de material diferente na embalagem e falha na leitura do código 2D.

Segundo a Anvisa, a empresa responsável pelos produtos falsificados não foi identificada.

A agência também determinou apreensão de canetas emagrecedoras sem registro: a ação se aplica a todos os lotes do medicamento de tirzepatida Tirzec, cujo fabricante também não foi identificado.

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Como saber se produto é falso?

Em novembro de 2025, a Polícia Federal realizou uma operação para desarticular uma quadrilha envolvida na produção, fracionamento e comercialização ilegal de tirzepatida.

Sem controles de qualidade, esterilidade ou rastreabilidade, a produção clandestina dos medicamentos traz riscos sanitários para o consumidor.

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A Eli Lilly, farmacêutica detentora da patente, lançou uma ferramenta que permite verificar a autenticidade de medicamentos vendidos como Mounjaro no País.

O site funciona por meio da leitura do QR Code presente na embalagem do medicamento, que indica se o número de série corresponde a um produto fabricado pela farmacêutica. Segundo a empresa, dados impressos de forma ilegível na embalagem podem ser um indício de falsificação, manipulação irregular ou comprometimento da integridade do produto.

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