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Escolas do Paraná se adaptam as novas demandas da educação 

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(Agência Estadual)
(Agência Estadual)

15 de março é o Dia Nacional da Escola - esse lugar de acolhimento, aprendizado e diálogo que ajuda a construir futuros. A rede estadual de ensino do Paraná é formada por 2,1 mil escolas pelas quais passam diariamente mais de 1 milhão de alunos e onde centenas de profissionais se dedicam a formar jovens e adultos protagonistas, autônomos, cidadãos preparados e capacitados para a vida em sociedade.

Da mesma forma que as necessidades e anseios dos estudantes são variados, as escolas também são, de modo a oferecer possibilidades distintas de educação. Para o secretário estadual da Educação e do Esporte, Renato Feder, a rede estadual de educação é construída de acordo com as mudanças da sociedade, mantendo sempre a qualidade do ensino.

“O Paraná tem escolas estaduais regulares, mas tem também escolas em tempo integral, centros de formação profissional, escolas de Educação de Jovens e Adultos, escolas cívico-militares. Isso porque os estudantes e suas famílias procuram formatos diferentes de educação, e a escola é um lugar de formação abrangente, que consegue atender a tudo isso. O Governo precisa estar atento ao que a sociedade espera das escolas, ao que é necessário para a educação, e trabalhar para atender”, explica.

AS ESCOLAS SÃO MUITAS - Além das escolas regulares, que ofertam o Ensino Fundamental e Médio, a rede estadual do Paraná conta também com escolas agrícolas e do campo, de ilha, indígenas e quilombolas, garantindo o acesso à educação com respeito às individualidades de cada comunidade.

Há também os Centros Estaduais de Educação Básica para Jovens e Adultos (Ceebja), que promovem o acolhimento de jovens e adultos que precisaram interromper os estudos e agora desejam retomar a trajetória escolar.

A necessidade de formar jovens já preparados para o mercado de trabalho, levando em conta as realidades regionais variadas do Paraná, é atendida pelos Centros Estaduais de Educação Profissional (Ceep), os Centros de Educação Profissional Agrícola (Ceepa), o Centro Estadual de Educação Profissional Florestal de Irati e o Centro Estadual de Educação Profissional Florestal e Agrícola de Ortigueira.

A Educação Especial também faz bonito. São 1,6 mil escolas do Estado e 400 instituições parceiras que recebem estudantes especiais. São atendidos jovens com deficiência intelectual, deficiência neuromotora, cegueira ou baixa visão, surdez, Transtorno do Espectro Autista (TEA), altas habilidades e superdotação, transtorno global do desenvolvimento e também estudantes com transtornos funcionais específicos.

PROTAGONISMO JUVENIL - Para atender à demanda crescente por uma educação mais ampla, com foco no protagonismo juvenil e no projeto de vida, a rede estadual tem as escolas que funcionam exclusivamente em tempo integral, além de instituições que ofertam a modalidade parcialmente, com turmas de turno único.

São 17 escolas exclusivas e 82 escolas que possuem turno único. São nove aulas por dia, com uma hora de almoço e dois intervalos de 15 minutos, totalizando nove horas diárias e 45 horas semanais. Além das disciplinas do Referencial Curricular do Paraná, são ofertadas semestralmente aos estudantes disciplinas eletivas, que variam de instituição para instituição.

Uma das principais características das escolas de tempo integral é que esses colégios propõem ao aluno assumir o papel de protagonista no processo de ensino e aprendizagem.

COLÉGIOS DA POLÍTICA MILITAR - O Paraná também possui cinco Colégios da Polícia Militar (CPM) em funcionamento, localizados em Curitiba, Londrina, Maringá, Cornélio Procópio e Foz do Iguaçu. A previsão é de que em 2021 Pato Branco e União da Vitória também recebam escolas vinculadas à PM.

O CPM é uma instituição de ensino regular dirigida pela Polícia Militar do Paraná, compreendendo o Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano) e Ensino Médio (1º ao 3º anos). É subordinado à Diretoria de Ensino da Corporação e vinculado à Secretaria de Estado da Educação e do Esporte.

As unidades são integradas à rede estadual de educação. Os professores são contratados pela Secretaria da Educação, mas seus diretores-gerais e auxiliares, além de secretários, são indicados pela Secretaria de Estado da Segurança Pública, e não eleitos pela comunidade como nas demais escolas.

Há, ainda, quatro escolas cívico-militares, em Curitiba, Londrina, Foz do Iguaçu e Colombo. O projeto-piloto é parte do Programa Nacional Escolas Cívico-Militares, do Ministério da Educação e Cultura. Essas escolas passam a contar com o apoio de militares da reserva do Exército brasileiro, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, sendo a secretaria responsável pelo corpo docente, currículo e trabalho didático-pedagógico

A MAIOR E MAIS ANTIGA ESCOLA - A mais antiga das 2,1 mil escolas do Estado é o Colégio Estadual do Paraná (CEP). Aberto em 1846 como Liceo de Coritiba, antes mesmo da independência do Paraná, era uma das instituições de ensino referência do Império brasileiro. A sede da Avenida João Gualberto, na capital paranaense, tombada pelo Patrimônio Histórico do Paraná, foi inaugurada em 1950, pelo então presidente Eurico Gaspar Dutra.

Atualmente, o CEP conta com 4,5 mil estudantes matriculados em cursos do Ensino Fundamental (do 6° ao 9° anos), Ensino Médio Regular, Ensino Médio Integrado com o Profissional e Ensino Médio Profissional modalidade subsequente. Em 2020, a escola atende em oito unidades enquanto o prédio central da instituição passa por obras de restauro e de melhorias.

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