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Pais são presos suspeitos de espancamento de filha de 1 ano em BH

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Foto: O Tempo
Foto: O Tempo

Um homem de 29 anos e uma mulher de 22 anos foram presos, na noite de quarta-feira (5),  suspeitos de espancar a própria filha na Vila Nossa Senhora de Fátima, no aglomerado da Serra, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. A vítima é uma bebê de 1 ano e 2 meses.

"Os vizinhos ligaram e falaram que em uma residência estaria ocorrendo uma agressão e que a vítima dessa agressão era uma criança. Fomos até o local, a porta estava aberta, encontramos uma senhora caída e um cidadão deitado em uma cama. Ao lado desse autor tinha uma criança", explicou o sargento Wagner Siqueira, do 22º Batalhão de Polícia Militar. 

O homem estava com vários ferimentos pelo corpo, aparentemente provenientes de uma briga. A bebê estava com a fralda suja de sangue e lesões em toda a cabeça, braços, perna e barriga. Ela foi encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Centro-Sul e, posteriormente, levada ao Hospital de Pronto Socorro João XXIII, onde segue internada no Centro de Terapia Intensiva (CTI) sem previsão de alta. O Conselho Tutelar foi acionado. 

Na residência, a polícia ainda encontrou uma caixa de chicletes e, dentro dela, uma substância semelhante à maconha. "A esposa falou que o marido tinha agredido a criança. Nós acordamos o cidadão e levamos todos para a UPA Centro-Sul porque apresentavam hematomas. O casal tem indícios de uso de substâncias entorpecentes. Eles já foram presos por furto, roubo, tráfico e uso de drogas. Durante a ocorrência, na Delegacia de Mulheres, ele, mesmo algemado, chutou e quebrou a porta da delegacia", detalhou o militar. 

Ainda conforme o registro policial, durante a prisão, o pai da menina se debateu o tempo todo dentro do compartimento da viatura. Já a mãe da criança passou o tempo todo "sorrindo". 

"Briga de casal"

Em conversa com a imprensa, os suspeitos, que são de São Paulo, negaram o crime. 

"Não houve agressão, gente. Foi uma discussão de casal, mas a bebê jamais foi agredida", disse a mãe. 

O pai se recusou a acreditar que a filha estava internada. "Eles estão 'arrumando' para mim. Ele não está no CTI, minha família está aqui. Olha a minha mulher aqui", finalizou.

A ocorrência foi entregue no Centro Integrado de Defesa dos direitos da Criança e do Adolescente da Comarca de Belo Horizonte.

Por, O tempo

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