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Cansada de ameaças e agressões, mulher que tem duas medidas protetivas contra o ex pede socorro

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Cansada das agressões e ameaças sofridas pelo ex, uma moradora de Colombo, na região metropolitana de Curitiba, decidiu usar as redes sociais para pedir socorro. Com um texto publicado em uma rede social na noite desta quarta-feira (15), Marlana Yano conta ser mãe de uma menina de três anos e que, mesmo sem estar junto com o pai da pequena há quase três anos, continua sofrendo com atitudes agressivas e até mesmo ameaças de morte.

Marlana disse que começou a ter problemas com o ex após seis meses de namoro, mas que eles não pararam mais. “Até então, era um ciúme saudável de namoro, mas depois que a gente foi morar junto, começou a perseguição e a obsessão. Com a primeira agressão, voltei a morar com a minha mãe, mas logo descobri que estava grávida. Decidi dar uma chance para que minha filha pudesse ter uma família, mas com seis meses, dei um basta novamente. Agora, já são três anos desse inferno”, lamentou.

Marlana possui duas medidas protetivas e vários registros na polícia contra o ex, mas a gota de água para o pedido público de socorro veio com uma ameaça de morte enviada pelo celular. Na mensagem, o ex diz que Marlana “vai rodar” e “vai para o colo do capeta”.

As ameaças chegaram até mesmo aos familiares do agressor. Marlana recebeu, por exemplo, uma mensagem do ex-sogro pedindo para que ela se cuidasse.

Nas redes sociais, a publicação já teve 30 mil interações e 17 mil mensagens de apoio.

Medo

A vítima garante que o principal motivo de procurar ajuda é o medo. “Resolvi dar um basta. Ele inferniza minha vida e não tem uma semana que não me humilhe. É claro que tenho medo e não imaginava que meu texto ia ter uma repercussão assim, ainda vou descobrir se foi bom ou ruim”, comenta.

Marlana ainda critica o atendimento da Delegacia da Mulher. “Eu fiquei seis horas e 40 minutos a espera de atendimento para me dizerem que não adianta o registro de mais boletins de ocorrência e que era melhor eu esperar ele vir para cima de mim, chamando assim a polícia. A minha vida não vale de nada?”, questiona.

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