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Mulher que teria participado da morte de professor diz que foi obrigada a ajudar

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Uma mulher, que teria participado do assassinato do professor da rede estadual de São José dos Pinhais, Ronaldo Pescador, de 40 anos, prestou depoimento na Divisão de Homicídios de Proteção à Pessoa (DHPP), nesta quarta-feira (8), e alegou que foi obrigada a ajudar. Os investigadores da Polícia Civil, no entanto, deixaram claro que suspeitam da versão dela.

O crime aconteceu no após uma festa rave ocorrida no dia 29 de novembro, no bairro Alto Boqueirão, em Curitiba. Ronaldo foi encontrado morto no dia 1º de dezembro, no banco traseiro do próprio carro, há dois quilômetros do zoológico municipal de Curitiba, no mesmo bairro da festa. O corpo do professor estava enrolado em um tapete e amarrado com fios elétricos, além de estar com uma peça íntima feminina dentro da boca.

Após a festa, o professor foi com um grupo até a casa de Joe Mateus, que foi preso no dia 13 de dezembro, no centro de Curitiba. Segundo a PC, a mulher estava na residência, onde, a princípio, tudo aconteceu. A informação é que ela teria ajudado a enrolar o corpo do professor no tapete e, no momento em que ele era assassinado e gritava por ajuda, ela teria aumentado o volume do som para evitar que os vizinhos escutassem o que acontecia.

A reportagem da Banda B compareceu na DHPP, na tarde desta quarta-feira, e o delegado Tito Lívio Barichello alegou que o caso está sob sigilo e não poderá conceder entrevista e dar detalhes da investigação.

(Banda B)

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