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Porque a beleza do Natal emociona? 

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Amália Carleto Fante é apaixonada pelo Natal desde a infância (Sérgio Rodrigo)
Amália Carleto Fante é apaixonada pelo Natal desde a infância (Sérgio Rodrigo)

O Natal emociona por vários. A árvore de Natal cheia de luzes piscando, a família reunida, as músicas embalando a todos que começam a chegar e o cheirinho de lombo no forno traz lembranças de festas passadas, aliás quase tudo remete a recordações e até mesmo saudade de um tempo que passou. 

Para a psicóloga Renata Garcia, de Apucarana, o Natal emociona por vários motivos. “Um deles é que culturalmente somos um país com predominância cristã, tendo esta data conhecida como o nascimento de Jesus, que é símbolo de amorosidade, esperança e fé. Por todas essas representações, pode existir uma maior vontade de se estar com a família e pessoas especiais, bem como, estimular reconciliações”, explica. 

Outro motivo, na opinião de Renata, é que o Natal é comemorado próximo ao final do ano, período que naturalmente compreendemos como um fechamento de ciclo. “Logo, um momento para reavaliar a vida, experiências que passou ao longo do ano e aqui também pode aparecer o sentimento de esperança e fé nos dias que virão”, complementa.

A psicóloga diz que percebe em seus pacientes é que nessa época do ano, as pessoas desaceleram os passos, diminuem o ritmo frenético do ano todo e ficam mais atentas aos detalhes, que devido à correria, normalmente em outras fases do ano não percebem. “Claro que o clima trazido pelas músicas, luzes e árvores facilita. Mas, as pessoas ficam mais disponíveis e em conexão consigo, com as demais e com o mundo à sua volta. Isso traz a sensação de conexão, pertencimento, fé e amor”, ressalta. 


Paixão pelo Natal

A empresária Aparecida Enz, que mora Pirapó, é apaixonada pelo Natal por diversos motivos desde a infância. Ela recorda da época difícil que viveu com os pais e que não tinha condições financeiras para enfeitar a casa. Porém, apesar das dificuldades, sempre achou o período feliz. “Me encanto por todo o clima e objetos natalinos. Tive uma infância muito pobre e meus pais não tinham condições de fazer. Eu tinha uma professora da primeira à quarta série que vinha na noite de Natal me buscar para comemorar o natal na casa dela. Aprendi o sentido dessa época com ela”, recorda. 

Há 33 anos, desde que casou com Otávio Enz, Cidinha decora a casa e ensina aos filhos Allan e Ellen a esperar o nascimento de Jesus. “É uma tradição que procuro passar aos meus filhos. Quando eu era criança fazia a árvore de natal de galhos secos, enfeitava com algodão, e o presépio fazia de barro. As condições eram poucas, mas improvisava por ser uma época feliz”, conta. Cidinha guarda até hoje um presépio de 60 anos que ganhou de sua avó. “A minha avó tinha paixão pelo Natal e me deixou de lembrança um presépio”, ressalta. 


Outra apaixonada pelo Natal, é a empresária Amália Carletto, de Apucarana, que todo ano decora sua casa e loja com árvores e enfeites variados. “Gosto de Natal e do símbolo que ele traz, o Papai Noel. Até acho uma data meio triste por ter perdido vários familiares, mas mesmo assim, é uma data adorável, pois as pessoas ficam mais alegres. Essa alegria é contagiante”, explica. 

Para Amália, a chegada do “Bom Velhinho” traz muitas alegrias para as crianças e adultos. “É um momento em que podemos viver mais intensamente os momentos com família e amigos. Adoro tudo isso”, completa. 

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